comentar
gargolado por westnelson, em 15.02.13 às 01:46 link do gargol | favorito

Este é um discurso que o Presidente de Câmara Municipal da Nazaré fez em Abril de 2009, a menos de meio ano para a realização de eleições autárquicas.

Penso que este discurso deverá ficar nos arquivos da história do concelho da Nazaré não só pelo seu conteúdo mas, também, pelo que ele simboliza. O ser humano tem muitas virtudes e defeitos. Por muito que os oculte a História, um dia, encarregar-se-á de classificar os actos e as consequências dos mesmos.

Divulgo este excerto para que não se cometam os mesmos erros do passado.

Por mim já chega de tanta promessa e mentira. Do mesmo lado da barricada virá quem queira transmitir uma ideia de seriedade e de distanciamento com o passado cabe a cada pessoa perceber se estão a ser bem guiadas ou se o concelho em que habitam se está a distanciar de padrões de desenvolvimento que ambicionamos, há muito. Na condição de munícipe e autarca local não me resta aguardar, serenamente, que a restante população tire as suas conclusões e que caminhe rumo a novos projectos porque os actuais transpiram, para além de desgaste natural, uma total inaptidão para resolver a actual situação autárquica que é, absolutamente, aflitiva. Para bem de todos espero que todos busquem um concelho melhor.

Para ouvir e refletir...



in Mar à Pedra


comentar
gargolado por westnelson, em 17.07.10 às 11:37 link do gargol | favorito

Lotaria Popular de 17 Julho de 1990

Foi a 17 de Julho de 1990, portanto, faz hoje vinte anos que a lotaria popular, na sua 29ª extracção ordinária, trazia uma réplica do traje da mulher da Nazaré, como se pode ver. Este espécime tinha o valor de 250$00 [escudos], moeda que ainda usaríamos por mais doze anos.


comentar
gargolado por westnelson, em 26.06.10 às 16:50 link do gargol | favorito



Mais um achado do nosso amigo Quim Zé Batalha - NazaréTV

 

«Eram tempos de criança. Eram tempos de meninos. Meninos com sorrisos traquinas, "uns putos". As brincadeiras como "pardais à solta". Eram tempos em que a amizade era a base de tudo. A alegria da saudosa irresponsabilidade própria da idade. Misturávamos com tudo e com todos sem medos e vergonhas. E por que recordar é viver, recordamos esses tempos áureos em que uma simples bola de futebol, um pião ou dois ou três berlindes traziam-nos felicidade.

"Ó tempo volta p'ra trás"...»

 

Texto de Eduardo Hespanhol







Copyright Gargol 2013 | linhas mestras | gargol@sapo.pt

eXTReMe Tracker