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gargolado por westnelson, em 02.08.09 às 22:32 link do gargol | favorito

Afinal o que Louçã dizia até tinha fundamento. Joana Amaral Dias tinha sido convidada para as listas do PS Coimbra, o problema é que o convite endereçado pelo secretário de estado, Sr. Paulo campos que, no seu ponto de vista não passou de "um indagar da possibilidade de..." foi muito mais que isso. E, isso viu-se pelo modo atrapalhado e desajeitado como veio a público por mais de uma vez tentar justificar. O homem nem sabia o que era o IDT (Instituto da Droga e da Toxicodependência)! Bolas, e é isto um secretário de estado(?), talvez se venha a lembrar mais tarde do convite que fez a troco de..., isto para não falar dos encontros imediatos veiculados, que não chegaram a existir. O homem tem mesmo imaginação. Se calhar é por isso que está no governo. A gente quer é gente imaginativa a trabalhar em prol do povo... idiota!

Agora só tem de fazer como a avestruz e esperar que durante a tempestade ninguém se aproveite da sua posição desprevenida. Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele!

 

Também não era preciso Francisco Louçã fazer aquele alarido todo. Fez uma autêntica tempestade num copo de água. Levou o primeiro ministro, José Sócrates a fazer um desmentido [que julgara correcto], quando sem saber não tinha razão. Foi ele o apanhado e, o melhor que tinha a fazer era uma remodelação de ultima hora ao nível de alguma secretaria de estado das obras públicas que não lhe valeria de nada a não ser lavar um pouco a honra. Joana Amaral Dias, em vez de se ausentar do país logo a seguir ao "bufo" que fez, deveria ter vindo a público dizer logo quem foi o autor do convite, evitando assim um alvoroço sem cabimento algum, ou então, teria ficado caladinha uma vez que o dito convite não passou de uma "indagação" meramente telefónica [indagar - palavra nova para dizer convite...].

 

A classe política cada vez me desilude mais...Óh se desilude...!

 


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gargolado por westnelson, em 29.07.09 às 01:47 link do gargol | favorito

O vale tudo na “luta política”, ou não se chamasse assim, especialmente em tempo de pré campanha eleitoral, tanto para autárquicas como para as legislativas, faz-se sentir ao mais alto nível. Até aqui nada de novo. Se em plena pré campanha autárquica nazarena vale tudo, desde trocas a baldrocas, onde as ideias, a filosofia política e a linha de pensamento idealista é subvalorizado em detrimento do lugar elegível, seja em que lista for, ou seja, do “TACHO” e/ou da vingança política; Já a nível nacional, para as legislativas, a guerra entre os bloquistas [Louçã] e o secretário-geral do PS [Sócrates], resvala sobre a couraça da indiferença da antiga deputada e dirigente bloquista, Joana Amaral Dias, que entretanto se ausentou do país. Era importante esta senhora vir a público dizer se realmente foi ou não convidada, para fazer parte da lista do PS às legislativas por Coimbra, onde foi sugerido ainda a presidência do IDT – Instituto da droga e da toxicodependência ou um lugar no governo. Devia de o fazer com toda a clareza e dizer quem é o mentiroso, se o primeiríssimo Sócrates, se Louçã, logo, ela própria. Caso tenha sido esta última situação a ter acontecido, qual o objectivo de colocar aqueles dois políticos num frente a frente mentiroso, sem conteúdo palpável e útil para a sociedade e para a política Portuguesa onde todos ralham, mas, “todos” teriam razão?
A haver aqui um mentiroso só poderá ser ou José Sócrates ou Joana Amaral Dias. Para acusar-se Louçã de estar a mentir, e não o estou a ver inventar seja o que for, pelo menos desta natureza, primeiro teria de se chamar mentirosa e alcoviteira a Joana Amaral Dias.

 


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