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gargolado por westnelson, em 30.09.09 às 02:57 link do gargol | favorito

Um grupo de bloggers da Nazaré promove, no próximo dia 5 de Outubro, a partir das 16 horas, um debate com os candidatos à Câmara Municipal da Nazaré. A blogo-conferência decorre na Biblioteca Municipal, tem já vários bloggers inscritos, conta com o apoio do programa "NazaréFM Online" da Rádio Nazaré, e terá transmissão online.

Apareçam, estão todos convidados para de uma forma informal abordarmos temas e problemáticas do nosso concelho.

A comunidade internauta, pode participar deixando algumas questões, a serem feitas no evento pelo moderador, aos  candidatos cabeça de lista à Câmara Municipal.

O url do blog oficial do evento é http://blogconfnazare.blogs.sapo.pt e a caixa de correio para as últimas inscrições de blogs é em blogconf.nazaré@sapo.pt .

 


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gargolado por f0fa, em 27.09.09 às 14:51 link do gargol | favorito

... em jeito de desabafo:

 

- O pessoal aqui pela Nazaré e, de resto, por todo o país, anda um pouquinho ocupado, e bem, com as eleições e não se esqueceram mesmo de ir votar, porque quem mais ordena é o povo...

- Desculpem, mas não podia deixar de mandar uma cordial e tremenda "bobagem" para a boa vizinhança que são algumas mentes Valadeiras...

 


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gargolado por westnelson, em 24.09.09 às 21:23 link do gargol | favorito

Bem podia ser o nome do filme que passou hoje na marginal da Nazaré entre as 12h30 e as 13h00, quando uma viatura ligeira estacionou na Praça Sousa Oliveira (esplanada) mesmo na curva. Logo de seguida chegou um auto bus de matrícula espanhola e foi a confusão. Ninguém passava, ninguém andava. A marginal já tinha uma fila a perder de vista. Ouvia-se buzinar, reclamar, ralhar, havia quem, mesmo no trânsito, se divertia com a situação, e havia também os Chico espertos  do costume, ou, o safe-se quem puder, a conduzir pelo passeio para sair da coisa maldita porque estava na hora do almoço e a barriguinha já dava as horas... foi o caos. Polícia é que nem vê-la.

Muita gente estava ao telemóvel, provavelmente a avisar a polícia, não sei. Só sei que um dos primeiros motoristas na fila ia dizendo para o boneco que,« ... tem o vidro aberto e a chave na ignição!». Não quero acreditar, mas acho que foi alguém da fila de trânsito que foi tirar o carro dali... a pedido, provavelmente, de quem? conseguem adivinhar? É caso para gritar aos sete ventos, que não era nenhum e até se estava muito bem na praia, o calor era de morrer, ONDE PÁRA A POLÍCIA? - (saga 2450 Nazaré).




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gargolado por barraca37, em 23.09.09 às 14:42 link do gargol | favorito

A Nazaré, já se sabe, é rica em talentos nas diversas áreas culturais desde a música, à escrita, às artes plásticas, enfim... estamos preparados para quase tudo e até na patinagem já tivémos um vice-campeão europeu.

 

Este Verão causou-me estranheza a apresentação, nos principais palcos nazarenos, de crianças a cantar ao invés dos que normalmente ali estariam, sob a batuta do reconhecido maestro nazareno.

Então os mais crescidos já deram o que tinham a dar? Já não prestam para animar as noites de Verão organizadas pela Câmara Municipal? Estaremos perante outro tipo de negócio, "quiçá" ainda mais explorado que o anterior?!

 

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gargolado por westnelson, em 21.09.09 às 02:18 link do gargol | favorito

As terceiras jornadas sobre o tema Património Cultural da Nazaré organizado por um grupo independente de cidadania e moderado por Pedro Gomes Barbosa, docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e por João Inês Vaz, professor na Universidade Católica de Viseu, onde esteve presente a maioria dos candidatos à CMN e alguns representantes mas também candidatos nas respectivas listas, a saber: António José Peixe (BE); João Delgado (CDU); António Trindade (PS); Jorge Barroso (PSD); Paulo Marques (CDS); tendo faltado o candidato ou alguém em sua representação do Movimento Obviamente Nazaré; decorreu sob o signo de, e mais não foi que, uma conversa de [quase] surdos. Tudo porque numa sala de um famoso restaurante Nazareno, não estavam mais de cinquenta pessoas, tendo sensivelmente decrescido para quarenta a meio da sessão e terminado com, não mais de, trinta e cinco pessoas. Dessas cinquenta pessoas interessadas e já a contar com os intervenientes directos no debate e com os dois moderadores, quase um terço era de fora da Nazaré (não votantes) e os outros quase dois terços, praticamente, todos tinham o seu voto definido, ou seja, eram apoiantes efectivos de determinada força política ou fazem parte das listas elaboradas para sufrágio no próximo dia 11 de Outubro. Desta estatística, feita de modo empírico mas consciente, posso dizer que podíamos excluir meia-dúzia de pessoas das quais não se sabe ao certo quem apoiam. Era essa meia-dúzia de eleitores que os candidatos teriam de mostrar algo e convencer, embora não sendo esse o principal objecto do debate (?). Os outros há muito que estão convencidos na vitória que os levarão ao poder autárquico, assembleia municipal e juntas de freguesia. Notou-se ainda que há uma falta de sensibilidade tremenda por parte daqueles que deveriam ter lotado a sala do restaurante e que não apareceram. Só praticamente os cabeças de lista à CMN e lugares imediatos apareceram, tirando um ou outro candidato à Assembleia Municipal... uma vergonha. Dá ideia que as listas são feitas para encher e serem aceites pelo tribunal, nada mais. Então onde estavam aqueles nomes todos que vêm nas listas apresentadas pelas candidaturas às diversas assembleias para o concelho da Nazaré; ficaram em casa a fazer campanha eleitoral para a família mais chegada, não foi? Pois, eu já tinha percebido que era isso. E foi isso que aconteceu também no debate da semana passada no auditório da Biblioteca Municipal, embora se tenha verificado menos a situação descrita. É uma pena que assim seja. Tenho pena pelas juntas do concelho, tenho pena pela assembleia municipal… tenho pena pela Nazaré. Se fosse uma reunião para eleger os Reis de Carnaval tenho impressão que tínhamos lá a “praia” (também o “Site” e a “Padarnera”) em peso.

Mais uma vez se discutiu muito as ideias, que as há, e isso não podemos negar, mas, em relação à maioria delas pagava para ver a sua exequibilidade. Era bom sim senhor que os políticos da terra conseguissem levar avante todas aquelas ideias, pelo menos aquelas em que não houvesse contradição, e neste aspecto foram muitas as propostas que se opunham, dependendo do quadrante político que as apresentava. Há ideias que se podem aproveitar e conjugar independentemente da força que as apresenta. Já outras, e dependendo do tema em observação, contradiziam-se claramente, mesmo dentro de um partido e até do ponto de vista político – Incrível!

Na última hora de debate, já com os participantes e observadores a poderem entrar em diálogo directo, as coisas aqueceram, com os candidatos a fazerem mais campanha que a responderem às perguntas. Uma intervenção levou mesmo a sala a levantar fervura roçando a má educação por parte de um individuo que nem sequer lá deveria ter colocado os pés, quanto mais ter tido a oportunidade de falar. Quando se ataca alguém, há que fazê-lo com elevação e depois saber ouvir também a defesa de quem se atacou de uma forma descabida e não sair da sala gesticulando e falando aquilo que não devia nem podia. Não daquela forma. Foi a nota zero do debate já que outras notas negativas foram atribuídas, nomeadamente para aqueles que, devendo, não apareceram em apoio dos seus principais candidatos, e também eles candidatos sem sentido social e até cultural, já que de cultura (patrimonial) se tratava.

 


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gargolado por barraca37, em 18.09.09 às 14:38 link do gargol | favorito

Ok! Já sabe em quem vai votar, et cetera e tal! Mas tem a certeza de que sabe se o seu partido político tem os ideais que mais defende e com os quais mais se identifica?


A pensar nisso foi criado este site. Basta responder a 28 questões (se quiser pode passar a fase seguinte) para saber se, de facto, está a votar em consciência.


Interessante!

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gargolado por westnelson, em 15.09.09 às 04:54 link do gargol | favorito

 

O debate organizado pelo jornal "Região de Leiria" no auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré entre os vários candidatos à Câmara Municipal, pelo menos, serviu para se começar a perceber efectivamente "quem é quem" e o que fazem ali. Ideologias políticas à parte, porque para aqui não são chamadas, deu para ver muito bem quem são aqueles que têm os pés bem assentes na terra.

O debate decorreu num ambiente bastante quente (ainda o problema do ar condicionado na biblioteca) com os candidatos a esgrimirem ideias e opiniões muito em volta das grandes obras: Marina, campos de golfe, Área de localização empresarial do Valado (ALE), teleférico, etc...

Poucos foram os que tentaram fugir a estas temáticas centrais do debate aflorando alguns pontos sobre as necessidades básicas, que ainda existem no concelho, isto, apesar do primeiro lugar atribuído num estudo sobre qual o melhor concelho da região para se viver. [seguir o link até à pág. 8 do pdf]

É com este tipo de iniciativas que,  pelo menos, se ajudam as pessoas a decidir sobre aquele que será o seu voto consciente e baseado em ideias, convicções e, ainda melhor, em função da capacidade e da predisposição que cada candidato apresenta. E, será por aqui que as coisas irão começar a tomar um rumo, já que, ideias espectáveis todos têm, já quanto à sua exequibilidade, outro galo canta.

 


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gargolado por OnLine, em 12.09.09 às 21:38 link do gargol | favorito

Como tal vou tratar dos "dentes" até aos fins de Novembro princípios de Dezembro. Caso os Blogs ainda existam por essas alturas cá estarei de volta.Até lá, felicidades, e desejos de felizes Blogue conferências.Um abraço!, inté!.

sinto-me:

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gargolado por westnelson, em 12.09.09 às 10:36 link do gargol | favorito

Na passada quarta-feira, 9 de Setembro de 2009, foi a vez da entrevista aos candidatos cabeça de lista às autárquicas 2009 pelo PSD à Câmara Municipal da Nazaré. O Engº Jorge Barroso e José Jordão respondem  na Nazaré fm "Especial Autarquias" às questões formuladas pelo jornalista Artur Ledesma, num programa da responsabilidade do departamento de informação da Rádio Nazaré.

 


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gargolado por westnelson, em 11.09.09 às 21:52 link do gargol | favorito


Não resisti à tentação, foi mais forte do que eu, e no seguimento do post anterior ficam aqui algumas imagens de um vídeo retirado da Nazaré TV referente às "festas do Sítio" de 1982.

 


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gargolado por westnelson, em 07.09.09 às 23:39 link do gargol | favorito

Em altura de festas, as festas do Sítio, ou melhor, as festas em honra de N.ª Sr.ª da Nazaré, ou, como agora lhes chamam  ̶  Nazaré em Festa  ̶  sabe bem recordar o quanto era bom aquele tempo em que as mesmas eram realizadas nas ruas do "nosso" Sítio. Caramba, que saudades. Aquele envolvimento todo com o comércio local e com a população, numa mistura salutar, criando uma atmosfera só compreendida se vivida.

Onde estão os matraquilhos de outrora, as barraquinhas dos tiros, aqueles restaurantes ambulantes com frango no churrasco e pouco mais, enfim tanta coisa que deixou de vir às festas, e nem as senhoras locais com o café d'avó para acompanhar a bela fartura enquanto se esperava pelo fogo, lá estão... O espaço é outro. As festas mudaram. As festas agora são outras!

 

Hoje, em noite grande, ou supostamente, a grande noite das festas, resolvi ir até ao parque Atlântico ver como estavam as coisas por lá. Nem sequer para o espectáculo fiquei de tão desiludido que estava com o aspecto desolador que o espaço apresentava. Pouca gente, menos umas sete ou oito barracas, menos divertimentos, menos alegria, enfim, desolador. Na Bonarte apenas um restaurante representado. Em tempos mais recentes chegaram a estar lá uns quatro à escolha do freguês.

Só mesmo para ir comer uma bifana e beber uma cerveja ao Zé da Caldas é que lá vou voltar. Talvez no dia 10 vá ver o espectáculo dos "B'54" se chegar a horas de um compromisso em Leiria. E, nada mais.

Dêem lá as desculpas que derem, nunca mais vão conseguir ter festas como antigamente nas ruas do "nosso" Sítio. E, nem a super iluminação do Santuário, a iluminação do telhado da capela de N.ª Sr.ª da Nazaré e a iluminação das ruas  ̶  melhor que a iluminação do Natal nas ruas da "Praia"  ̶  salvam as coisas.

 


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gargolado por barraca37, em 04.09.09 às 16:58 link do gargol | favorito

Passo a publicidade, que no fundo não o é, para dar a conhecer um site/blog criado por um grande amigo e que pode ajudar muitos nazarenos, e não só, a resolver o problema da obrigação de fazer constantes viagens sózinhos entre Nazaré/Lisboa e vice-versa.

O site/blog chama-se "À boleia Nazaré Lisboa" e pode ser acedido através daqui.

É uma excelente ideia para quem como ele pretende poupar em combustíveis, quer-se poupar a si próprio e, ao mesmo tempo, evitar distâncias entre os indíviduos e as suas famílias. Aconselho vivamente uma visita.

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gargolado por besax, em 01.09.09 às 00:00 link do gargol | favorito

As Festas do Sítio sempre provocaram em mim um duplo significado de alegria e de tristeza. De alegria porque já me podia empanturrar de algodão doce, farturas e pão com chouriço. Já podia andar nos “carrinhos de choque” e nas “cadeirinhas”, dar uns tiros na pressão de ar e jogar matraquilhos em frente ao restaurante do “Gordo” (é por causa disso que os siteiros são, sem sombra de dúvidas, os melhores “matraquilhistas” da Nazaré!). De tristeza porque as Festas significavam o fim do verão e o regresso às aulas…

A transformação das Festas do Sítio no “Nazaré em Festa” no Parque Atlântico trouxe boas soluções na gestão do espaço para os comerciantes, em secções e stands próprios, boas opções para os visitantes, com boas possibilidades de estacionamento aliado ao transporte regular por autocarros camarários entre a Praia e o Sítio, e descanso para os siteiros com a diminuição do ruído e do lixo nas principais ruas do Sítio.

Porém, este é um exemplo acabado, nas palavras de uma amiga, de que nem sempre “as melhores soluções dão os melhores resultados”. É que as Festas do Sítio faziam envolver toda uma comunidade em torno do evento desde o Largo da Fonte Velha até à Praça Vasco da Gama. Todos os dias havia movimento, comércio e animação. Eram Festas com alma, carisma e tradição. Era a concentração do povo em frente ao Santuário para ver o “fogo preso” para de seguida correr para o suberco ver o fogo-de-artifício. Ao invés, no “Nazaré em Festa”, que só no fim-de-semana regista maior afluência de visitantes, é tudo tão “certinho”, “asséptico” que se tornou igual a centenas de festividades por este Portugal adentro, apenas mais uma feira nocturna.





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