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gargolado por westnelson, em 27.04.09 às 01:47 link do gargol | favorito


25 de Abril, 35 anos depois.
Norberto Isaac, da Nazaré, foi apanhado em flagrante a distribuir propaganda que apelava à deserção da Guerra Colonial. Foi preso em Fevereiro de 1974. Foi torturado durante dois meses, até ser libertado a 26 de Abril. Uma das muitas histórias da resistência antifascista. Para que a memória não se apague.

{via Ilusionista Crónico}


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gargolado por westnelson, em 24.04.09 às 03:19 link do gargol | favorito

Quem terá sido o génio iluminado por Deus para fazer de um cruzamento um monumento à idiotice?! Uma obra de engenharia que devia constar nos manuais do IMTT mas, pela negativa.

O único sinal vertical de indicação de STOP é a cerca de 70 metros e com visibilidade reduzida, sendo que, o único STOP efectivo, mesmo em cima do cruzamento, é a inscrição no pavimento no local. Está bem que, mesmo sem o STOP, teríamos de parar para cumprir a lei da prioridade mas, desde sempre que a sinalização era a contrária da que agora está estabelecida. Nem sequer era preciso colocar o aviso de nova sinalização como fazem noutros países (e cá não o fizeram), bastava um sinal de STOP como deve de ser, bem visível e pronto – O quê… não há lugar? “Pinduren-no!”.

Mas, a questão que se deve colocar não é essa, antes, porquê a mudança do STOP de uma via para a outra. Para evitar que a fila de carros ao Domingo à tarde não compacte na Av. Vieira Guimarães? Bolas. Podiam ter feito muito melhor!

Para quem parar, e é mesmo obrigatório parar por ser um STOP, atrás da linha no pavimento, já de si uma aberração completa por ser uma linha curva – era a única maneira para que as viaturas pesadas conseguissem passar – não pode ver se vem alguma viatura da direita, na faixa com prioridade. É uma missão impossível. É incompatível. Para tal teremos sempre de entrar no cruzamento e, quando temos a percepção se vem alguma viatura já lá estamos, dentro do cruzamento onde os outros agora têm prioridade.

 

Mas há sempre uma solução, ou melhor duas. E, como não há duas sem três, eis que, na verdade, há três soluções: 1ª Voltar a ser como era antes; 2ª Colocar uns semáforos de dupla funcionalidade, isto é, que funcionassem com um temporizador normal e um detector de velocidade; 3ª Fazer uma rotunda... sim uma rotunda, qual é o espanto?!

Visto estarmos tão perto das eleições e não haver, por incrível que pareça, uma obra pública que nos faça olhar, falar, e até concordar ou discordar, aqui fica a sugestão. Para isso, teria de se roubar ali um bocadinho à praia e até requalificar a marginal... mas não há  vontade para tal... ou será que há? Pode até nem ser viável. Enquanto isto assistimos a situações, por vezes, caricatas em pleno cruzamento de vias na marginal da Nazaré, peões à mistura, "pois  tá clarau!".

 

 

p.s.: Sugestão adicional (esta é de graça) – podiam aproveitar para fazer uma saída na rotunda directamente para a entrada do parque de estacionamento subterrâneo da marginal!

 


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gargolado por hermeneuticamente, em 22.04.09 às 11:16 link do gargol | favorito

No departamento de Física da Universidade de Évora num dos dias onde esperava a minha esposa, pude ler um cartoon que penso interessante partilhar hoje.

Dois planetas encontram-se na sua órbita solitária pela galáxia. Pergunta um para o outro:

- Então, como estás?

- Olha tenho andado meio abatido.

- Pois bem vejo. Mas o que se passa, estás doente?

- Sim, sofro de uma doença que me tem deixado assim, sofro de Homo Sapiens!

- Ah, não é motivo para te alarmares. Isso é muito chato, mas passa depressa!!!

 

 


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gargolado por westnelson, em 22.04.09 às 10:30 link do gargol | favorito

Outdoors e mais outdoors, umas vezes aos pares mais parecendo vidrões, outras isoladamente colocados em pontos estrategicamente visíveis o quanto baste para irritar quem por ali passa todos os dias! Gastam milhares de euros julgando influenciar a maneira de pensar dos eleitores através de tal forma arcaica de campanha. É ridículo chegarem ao ponto de fazer umas guerrinhas mesquinhas, entre eles, por haver um determinado partido a usar um sítio ilegal para afixação. Todos os sítios deviam ser proibidos para afixação de outdoors de cariz eleitoralista. Hoje, existem outras formas de fazer campanha, mais direccionada ao cidadão, potencial eleitor. Sim, potencial, porque todos o somos, embora não esteja fácil pôr, pelo menos, meio Portugal a votar já nas “primeiras” que se aproximam para a Europa. A abstenção vai ser grande, séria e quase absoluta. Não há volta a dar. A classe política está desacreditada na opinião pública e não são outdoors poluidores da paisagem, que vão fazer a nossa gente mudar de ideias. Além disso há mais em que pensar do que mandar para Bruxelas meia dúzia de indivíduos ganhar ordenados milionários com todas as despesas pagas enquanto o povo anda a chuchar no dedo.

A maioria dos políticos ainda não perceberam que é através da internet que se devem expandir para exprimir, divulgar as suas ideias, claro, além das tradicionais formas, como a exposição mediática em jornais, televisão, debates, comícios, etc... onde poderão falar de maneira mais directa para os eleitores. Os outdoors à beira da estrada são um verdadeiro atentado ao ambiente, quanto mais não fosse pela “forma” [como] e pelo “conteúdo” [mensagem]. Por favor acabem lá com essa treta que até faz mal e atrapalha a visão de quem conduz. Se ao menos lá estivessem umas caras bonitas...!

 


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gargolado por westnelson, em 22.04.09 às 01:16 link do gargol | favorito

Questionei várias entidades sobre a problemática da recolha e valorização dos óleos alimentares usados. Simplesmente, não obtive respostas aos e-mails! Nem sequer uma linha escreveram sobre o assunto. O post anterior, referente a esse caso, ficou, assim, com as respostas em branco.

Pessoalmente, até sei quais são as respostas a algumas das perguntas com as quais questionei várias entidades da nossa terra. Pesquisei na internet e até contactei entidades privadas de recolha de resíduos e obtive algumas respostas mas, por coerência para com aquilo que escrevi e fiz, continuarão em branco. Quem quiser que responda, terei o maior prazer em colocar no sítio certo as respectivas respostas. O que não é nada digno é gente com responsabilidade na política local e em órgãos com relevância a nível comercial, de serviços e industrial não responderem aos e-mails enviados a pedir umas míseras respostas que, na minha humilde opinião, até poderiam servir, de alguma forma, em proveito daqueles que foram questionados. Ainda não perceberam que podem aproveitar a internet, não só em sítios e blogs oficiais como em blogs daqueles que os interpelam de maneira educada e simples a bem, também, do esclarecimento da população ou então os e-mails foram direitinhos para o SPAM. Parece que não aprenderam, embora a outro nível, a lição dada nas últimas eleições americanas!

Os blogs da Nazaré, mesmo com pouquíssima participação a nível de comentários têm, uma grande e, cada vez maior, visibilidade entre a população. Há várias maneiras de sentir esta afirmação – pelo contacto com as pessoas, por aquilo que escutamos, pelos e-mails que recebemos e ainda pela consulta à nossa página de apoio de contagem de visitas. Nesta ultima conseguimos ver com uma exactidão incrível "quem" nos acede, de onde, através de que site ou blog, links ou busca, indo ao pormenor de nos indicar até a resolução do monitor usado e do próprio sistema operativo e browser.

 

Sem dúvida que a compostagem é necessária e bem vinda. Como cidadão preocupado com o ambiente, estou mesmo muito contente com esta medida, mas eu não tenho jardim... mas tenho ali um garrafão de 5 litros cheio de óleo alimentar usado e não sei o que fazer com ele!?

 


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gargolado por westnelson, em 14.04.09 às 20:12 link do gargol | favorito

Já depois de ter escrito no post sob o título – Ponham óleo na corrente! – onde constam algumas considerações e alguns factos sobre a recolha de óleos alimentares usados, descobri este pequeno texto no site da CMN:

 

« Recolha Selectiva de Óleos Alimentares Usados – Os proprietários dos restaurantes, podem igualmente solicitar à Autarquia recipientes com uma capacidade de 50 L que se destinam exclusivamente aos óleos alimentares usados. Sempre que o recipiente se encontrar cheio a Autarquia procede à sua substituição, sendo estes recolhidos por uma empresa licenciada para o efeito, que os encaminha para valorização, podendo ser utilizados na produção de sabão e biodiesel.»

 

Perante isto, que admito, desconhecia, devo em relação a estas parcas palavras da autarquia no seu site, sobre esta problemática dos óleos usados, fazer o seguinte questionário do qual gostaria de obter as respostas de alguém com conhecimento de causa:

 

P: Quantos restaurantes solicitaram à autarquia recipientes para recolha de óleos alimentares usados? O programa de recolha teve ou tem a divulgação necessária?

R:

 

P: Quem é que fornece os recipientes, a autarquia ou a empresa licenciada para fazer a recolha e o seu tratamento?

R:

 

P - Qual é a empresa licenciada que actualmente está a fazer a recolha do óleo?

R:

 

P: Onde é que esse óleo é valorizado e quem vai tirar proveito do produto, neste caso o biodiesel ou o sabão, daí resultante?

R:

 

P: A recolha a particulares está prevista? Em que moldes, com a recolha em sítios específicos como já se faz com os ecopontos?

R:

 


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gargolado por westnelson, em 13.04.09 às 00:40 link do gargol | favorito

Os serviços municipalizados de Aveiro estabeleceram a semana passada um protocolo com a Enviroria, uma empresa especializada na recolha de óleos usados, para a instalação de 78 oleões, com vista à sua reciclagem e transformação em biodiesel. Vai ser um serviço voluntário e gratuito para os utilizadores.

 

Como cidadão habituado a fazer a separação dos diferentes resíduos logo em casa e a colocá-los nos poucos e mal distribuídos ecopontos disponíveis na Nazaré (mas isto, é pano para outras mangas), sinto falta de uma medida como esta tomada em Aveiro. Há imagem do que acontece na maioria dos municípios de Portugal, as autarquias ainda não acordaram para a problemática dos óleos domésticos e, numa vila a crescer como a Nazaré, onde o número de restaurantes e afins é bastante elevado, como é lógico numa vila em que a sua economia depende, essencialmente, do turismo, é uma necessidade que há muito se começou a fazer sentir. Pouca gente se dá ao trabalho de colocar o óleo usado em sacos de plástico que, depois de bem atados e com algum cuidado, vão ser misturados com o lixo doméstico biodegradável (?) – procedimento não aconselhável – mas, muitos colocam-no para as sanitas, lava-louças, sarjetas, enfim, vai tudo parar à ETAR da Nazaré – procedimento ainda menos aconselhado pela Quercus. Venha o diabo e escolha! Só quem nunca viu é que não imagina. Não é só o desperdício de tanto óleo que poderia ser transformado em biodiesel [uma das formas de biocombustível], como a poluição que é, diria mesmo, um crime para o ambiente, tanto óleo misturado com águas residuais que têm de ser tratadas antes de serem devolvidas à natureza e, há sempre uma grande possibilidade de fugas, tudo isto sem falar nos custos que acarreta para a autarquia, mesmo que se contrate uma empresa para fazer a recolha e o tratamento dos óleos as despesas vão existir sempre. Poupa-se num lado, gasta-se no outro e as diferenças por uma causa tão nobre como esta, não são para aqui chamadas porque são irrelevantes. Numa primeira fase poupar-se-ia no combustível gasto pelas muitas viaturas a diesel da autarquia e de outras instituições com relevância pública. A autarquia, ou mesmo as juntas de freguesia do concelho se tomassem este assunto em mãos e tratassem dele como uma medida séria a realizar o quanto antes, além dum grande favor que faziam à população, ao ambiente, enfim, à qualidade de vida destas gentes, com certeza que, também eles [políticos], sairiam muito mais limpos à vista de todos.

 

Não tenham medo da Direcção Geral das Contribuições e  Impostos, do Ministério da Economia, ou seja lá mais de quem vier devido ao ISP. A junta de freguesia da Ericeira ainda não pagou a multa imposta pela ASAE e pelas finanças. Não sei se haverá entretanto outras juntas ou mesmo municípios envolvidos. Mas, agora com Aveiro a entrar no baile e muito provavelmente muitas outras, o governo terá de legislar e retirar as multas impostas, porque já apoia...! Lembram-se, da polémica há um ano quando o caso da Ericeira surgiu e, do que disse o primeiro ministro em plena assembleia da república quando interpelado pelo bloco de esquerda para a contradição do caso? Força nas iniciativas e, se for caso disso, ponham óleo na corrente!

 


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gargolado por hermeneuticamente, em 10.04.09 às 19:55 link do gargol | favorito

Caros colegas internautas, estive algum tempo sem disponibilidade para partilhar as minhas pobres ideias com vocês, o tempo vai sendo reduzido, e bem me quer parecer que estamos a entrar numa época de extrema sensibilidade na nossa Nazaré.

Há alguns dias fui alertado para uma quezília que se gerou no blog do Pirata que estranhamente tem vindo a crescer para lá do que eu achava ser possível. As primeiras impressões que me ficaram deste episódio foram que existem mais pessoas atentas à blogosfera nazarena do que eu jamais suponha e a importância que se vai dando ao que é escrito está claramente inflacionada.

O Professor Carepa, escrito com as letras todas (vamos deixar de atender a formalismos quando eles não são para aqui chamados), e pronunciado assim quando me dirijo a ele, não porque me mova uma qualquer adoração, mas porque foi meu professor no Externato Dom Fuas Roupinho e assim trato todos os que tentaram proporcionar-me algum tipo de acrescento, de crescimento, já tentou esclarecer o que me parece ter sido um infortúnio. Da parte do autor das fotografias, o Sr Antti Sarkilahti ainda não se leu uma palavra sobre o assunto.

A ironia é que muito provavelmente os dois irão esclarecer este assunto em privado, enquanto nós continuaremos a produzir ruído ao redor. Não que não seja um direito que nos assista, mas no que entretanto foi escrito já se pode ler deselegância quanto baste para todos.

No meu blog já apontei várias vezes situações que no meu entender estão menos bem, o Professor Carepa bem o pode testemunhar, mas tento deixar sempre uma mão estendida ao outro lado, uma margem para ser surpreendido e quando caso disso, felicito e destaco o que também no meu entender me parece bem feito.

Vamos deixar de ser emocionais, quando emocionais mostramos por vezes o que temos de pior e isso não somos nós. Critiquem o trabalho, sejam devastadores se entenderam, com nome próprio ou com cognome, mas não venham para o plano privado e deixem a porta entreaberta para serem surpreendidos.

Não vamos permitir que um acaso ou uma deselegância nos traga de costas voltadas.

Já agora e só desta vez, o nome é João Maltez.

Não estranhem se virem hermeneuticamente, mas o email é mesmo o meu.

Abraço a todos.

Porreiro pá.


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gargolado por militante independente, em 10.04.09 às 01:45 link do gargol | favorito

Se o grupo Lena foi excluído do concurso para a construção da Marina inserida no projecto Nazaré XXI devido à falta de uma declaração bancária válida, e o Presidente da Câmara diz que o projecto não está em causa, uma vez que existem outros grupos económicos interessados, pergunto eu – Então se há outros grupos económicos interessados no projecto, quais são esses grupos e porque não concorreram tal como fez o grupo Lena? Cheira-me a esturro e, pelos vistos já é a segunda vez que uma situação semelhante acontece. Não há quem pegue nisto!? Vamos ver se é desta que a coisa pega. Só é pena mesmo as irregularidades!

 


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gargolado por westnelson, em 09.04.09 às 18:07 link do gargol | favorito

"O maior desequilibro financeiro foi notado nas câmaras de Aveiro, do Fundão, da Nazaré, de Oliveira de Azeméis e de Celorico da Beira, decorrente, essencialmente, do peso das dividas a fornecedores. De acordo com a LFL, um município que apresente dividas a fornecedores superiores a metade das receitas do ano anterior pode entrar em ruptura financeira."

 

Excerto da notícia, hoje no DN com o título - "Dívida de 308 câmaras é inferior à da CP e da Refer"

 


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gargolado por westnelson, em 05.04.09 às 03:35 link do gargol | favorito

António Balau no programa/concurso - "A minha localidade" - que irá para o ar muito em breve no canal V da Cabovisão. A proposta foi aceite e concretizada, pena não ter mais tempo para mais mostrar. Devo dizer que algumas entidades oficiais com responsabilidade e peso na localidade não quiseram ou, se calhar, não souberam como colaborar com esta iniciativa de um cidadão que quis mostrar o que de bom existe na Nazaré, colocando entraves à sua realização. Não foi por isso que António Balau não traçou as linhas mestras da orientação do vídeo que vamos ver. Enquanto houver cidadãos interessados, participativos e obreiros sem interesses por de trás, não haverá velhos de Restelo que impeçam seja o que for.

 


 


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gargolado por westnelson, em 04.04.09 às 02:13 link do gargol | favorito

Que dizer de um país que nomeia Domingos Névoa, para a presidência do conselho de administração da “Braval”, uma empresa pública intermunicipal que trata resíduos sólidos de seis concelhos do distrito de Braga. Até aqui tudo bem. O problema é que esse indivíduo foi condenado por corrupção. Será que a cegueira e ignorância bateu de vez na democracia Portuguesa ou é, simplesmente, pura estupidez?!

 

Que dizer de um país que depois de tanto alarido e polémicas absolve constantemente os vários envolvidos nos diversos processos referentes ao Apito Dourado. Nuno Pinto da Costa, o árbitro Augusto Duarte e o empresário António Araújo saíram em liberdade, absolvidos dos crimes de corrupção activa e passiva pelo tribunal de Vila Nova de Gaia no âmbito do “Caso do Envelope” do processo Apito Dourado. Será que o Ministério Público não consegue fazer prova do que é óbvio. Bem, parece que afinal não é assim tão óbvio!

 

Que dizer de um país em que casos como o “Freeport” ou “Casa Pia” estão num impasse ou em vias de prescreverem. Bem, o melhor mesmo é nem dizer nada se não ainda sou processado por falar nestas coisas, porque o mal feito por uns não é tão grave quanto o comentário feito por terceiros sobre esses males da sociedade podre e corrupta a que pacificamente assistimos, sem nada se poder fazer, enquanto os culpados são absolvidos sistematicamente por falta de provas, por falta de competência ou por razões que nos transcendem.

 


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gargolado por westnelson, em 04.04.09 às 01:12 link do gargol | favorito

O blogue da defesa do Património Cultural e do Desenvolvimento Sustentado da Nazaré, apresenta,  o debate sobre o Caminho Real da Pederneira e o Desenvolvimento sustentado da Nazaré, no próximo dia 9 de Maio no Mar-Alto, Nazaré, com a presença de especialistas nacionais de diversos domínios - História, História de Arte, Arqueologia, Turismo Cultural, Geografia do Turismo, Sustentabilidade e Política Cultural.

A sessão da manhã será presidida pelo Prof. Vitor Serrão (FLUL) e a da tarde será moderada pelo Prof. Pedro Gomes Barbosa (FLUL).

 

Um debate, a que ninguém irá ficar indiferente, sobre o valor da nossa herança cultural e a construção do futuro da Nazaré. A entrada é livre.

[Via Património Cultural da Nazaré]

PDF dos pareceres sobre a classificação do Caminho Real da Pederneira (Nazaré) como património Cultural construído de relevância Nacional


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gargolado por militante independente, em 02.04.09 às 23:00 link do gargol | favorito

Não é por acaso que as bolhas em Leiria, Marinha grande e Alcobaça, quiçá na Nazaré e em outras partes do país, não atam nem desatam. Os sistemas de rodas, bolhas, pirâmides e de outras formas sejam elas quais forem (basicamente são todas iguais independentemente de serem formas ou figuras geométricas, bi ou tridimensionais, objectos, etc...) estão esgotadas. Já não há mais quem queira investir em algo que não sendo uma compra ou coisa parecida, é mais próximo de um jogo de azar onde é preciso ter muita lata para fazer outros aderirem à coisa e sorte em chegar ao centro ou ao topo, dependendo do esquema. E como neste “jogo tipo ganância” os últimos já entram, sempre, a perder, muitos, andam às avessas por causa do dinheiro investido que não conseguem recuperar, quanto mais ganhar uns euros adicionais num valor superior ao investimento inicial. O mais incrível é que há agentes das diversas forças da autoridade envolvidos nos esquemas e, só não fazem nada, ou seja, só não apresentam queixa porque iriam ainda ser apelidados de otários. Os que deviam combater os esquemas fraudulentos existentes na sociedade também ficaram com o rabo preso. Mas há mais, muito mais gente, diria mesmo que a sociedade está representada, neste esquema de fraude consentida, de alto a baixo na transversal e muitos com o investimento por recuperar independentemente da sua classe económica.

 


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gargolado por westnelson, em 01.04.09 às 09:43 link do gargol | favorito

 

Sexta-feira, dia 3 de Abril, a professora Ana Rita Maltez vai levar a cabo um workshop de ciência na Biblioteca Municipal da Nazaré. O evento decorrerá ao longo de todo o dia, sendo uma oportunidade para fazer e descobrir ciência a partir dos materiais mais simples e existentes em casa de todos nós.





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