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gargolado por westnelson, em 20.07.11 às 03:55 link do gargol | | favorito

Mercado não quer veado - tudo bem explicado com a ajuda de alguns links adicionais. Mas, há sempre uma solução, neste caso duas como apontou o Carlos Filipe na edição de Domingo passado do "Vai Ó Mar Tonhe!": Aproveita-se a população em excesso daqueles animais para se fazer a reconstituição do milagre de Nª Srª da Nazaré nos fins de semana de Agosto, com o pessoal cá em baixo a bater palmas e tal; e alugar alguns indivíduos daquela população para puxar o trenó do Pai Natal da vila Natal em Óbidos. Assim, não só diminuía a população em excesso como colocavam a trabalhar alguns veados para a despesa do estábulo.

 

 

Será que a carne de veado é saborosa?!


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gargolado por westnelson, em 18.07.11 às 15:11 link do gargol | | favorito

Vai Ó Mar Tonhe!


A Companha do Tonhe, agora que está prestes a terminar a segunda série de fainas mas já com a terceira série à vista, resolveu construir uma nova Cabana para guardar os apetrechos da pescaria. Pode fazer uma visita à nova Cabana, pois, com certeza irá ser bem recebido. A morada é em vaiomartonhe.blogspot.com


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gargolado por westnelson, em 12.02.11 às 02:27 link do gargol | | favorito
Edit vaiomartonhe by westnelson


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gargolado por Jose Monteiro, em 31.01.11 às 23:18 link do gargol | | favorito
Na edição desta semana do Vai Ó Mar Tonhe[1], abordámos uma recente preocupação do executivo autárquico com o futuro do ensino no Externato D. Fuas Roupinho, veiculada por artigo[2] no site da Câmara Municipal.

 

Sendo temática em tudo relacionada com a "Estratégia Autárquica para o Conhecimento", vale a pena recordar uma abordagem (demasiado) sucinta que já tinha feito a este tema aqui no gargol.

 

Artigo original em inglês: "Far-fetched or just plain poorly written? Both, I think."[3]

 

Segue versão mais longa, com todas as variáveis descodificadas e em português:

 

Rebuscado ou simplesmente mal-escrito? Ambos, parece-me...

 

A citação é: "Quanto mais conhecedora, formada e informada for uma comunidade melhor estará do ponto de vista social e com maior vantagem competitiva actuará do ponto de vista económico, criando condições para maior apetência para conhecer mais."[4]

Digamos que é uma frase rebuscada:

Se aumentar o nivel de conhecimento da comunidade (knowledglablecommunity++) então aumentará a vantagem social (socialedge++) e aumentará também a vantagem económica (economicedge++).

Por outro lado ainda, temos que a soma das vantagens económicas com as vantagens sociais (socialedge . economicedge) implica (=>) um aumento do nivel de conhecimento da comunidade (knowledglablecommunity++).


 

Portanto, a gigantesca frase “Quanto mais conhecedora...para conhecer mais” traduz na realidade um ciclo infinito:

 



Uma frase que oferece um método infalível de obtenção de um nivel de conhecimento da comunidade infinito falha à partida pois omite dois dados essenciais:
  • o aumento do nível de conhecimento da comunidade implica um custo financeiro de investimento (€k++), seja escolas, formação, tecnologia, etc...
  • as vantagens económica e social trazem por si próprias uma receita para a comunidade (€e++)
Logo surgem varios cenarios...

O que acontece se as receitas para a comunidade (€e++) forem inferiores ao investimento necessário no nível de conhecimento da comunidade (€k++)?

Entraremos numa espiral financeira negativa que nos possa levar a 30 milhoes de passivo?

Só podemos interpretar a frase como rebuscada e especulativa.

Digamos que é uma frase mal escrita:

Tanto conteúdo numa única frase só pode ter desvantagens. Basta olharmos para o ultimo grupo de palavras “para maior apetência para conhecer mais” e já não soa bem.

Para piorar a situação, este ultimo grupo está acoplado a um outro grupo de palavras denso e confuso. Tudo numa só frase. Mau, se se deseja objectividade e legibilidade.

 

Conclusões

 

A publicação e divulgação de propaganda eleitoral de uma estratégia autárquica em áreas como a do conhecimento nao passa incólume. É demasiado importante para tal.

[1] - http://soundcloud.com/radionazarefm/12-vai-mar-tonhe-de-30-de-janeiro-de-2011

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gargolado por westnelson, em 19.01.11 às 12:25 link do gargol | | favorito

Na 10ª edição do “Vai Ó Mar Tonhe!”, a uma semana das eleições presidenciais, como não podia deixar de ser teríamos de abordar esse tema – era o assunto agendado para o tema Nacional.
Mas, entretanto, teríamos de falar sobre o tema local. A "companha" teve algumas dificuldades em escolher o assunto para o tema local a tratar nesta edição. Surgiram algumas dúvidas entre: A mudança de sítio do posto de turismo do edifício a que estávamos habituados na marginal norte para o Centro Cultural da Nazaré na marginal sul; e, os safaris que em breve vamos assistir em plena vila da Nazaré. Os seus protagonistas serão os funcionários da Câmara Municipal designados para estas caçadas e os canídeos e felídeos que por aí se passeiam.
A companha optou pelo primeiro tema – Mudança do posto de turismo - , porque o documento para os safaris ainda não foi aprovado em reunião de câmara. Com a "combatividade" que hoje existe nas reuniões da câmara, prevê-se que o desfecho seja, como todos devem calcular, uma aprovação por unanimidade, a muito custo!

 

ProjectodeRegulamentoCanideos




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gargolado por westnelson, em 26.10.10 às 02:01 link do gargol | | favorito

Vai Ó Mar Tonhe!

Não foi por acaso que os temas escolhidos para a edição experimental (24.Out.10) do "Vai Ó Mar Tonhe!", um programa de debate de opinião aos Domingos das 19h às 20h na Rádio Nazaré, foram "aqueles". Aos três elementos do painel - José Monteiro, Carlos Filipe e André Chicharro -, e apresentador do programa - Nelson Almeida -, cabe a escolha, um tema a cada um.

[mais+]

Se a variante à EN242 e suas rotundas, especialmente a rotunda do Rio Novo, é um tema actualíssimo na vida local Nazarena, já o plano de austeridade, domina a cena política nacional, ao qual juntamos a problemática da greve geral que por aí vem como uma locomotiva desgovernada que a todos vai afectar no seu quotidiano. Aliás, não mais que o próprio plano de austeridade!
A este tema ligou-se um outro que, directamente, está relacionado, tratando-se da despesa pública praticada pelas autarquias e pelo próprio governo, onde uma lei especial permite ajustes directos em vez da normal consulta pública às empresas.

Outro tema abordado no programa foi a questão da privacidade que o Google Street View veio colocar a todos os que foram apanhados pelos fotogramas captados nas ruas das mais variadas localidades e estradas. Mas não só. As matriculas dos automóveis (mais tarde desfocadas), as fachadas das habitações, as próprias pessoas nas mais variadas situações, que à passagem do veículo da Google ficaram registadas e disponíveis a partir de qualquer ligação à internet em qualquer parte do mundo.
Por acaso, na edição de Segunda-feira, 25, do jornal "i", mencionava nova notícia sobre este tema - "O organismo britânico que regula a privacidade reabriu o processo contra a Google, colocando esta empresa debaixo de fogo". E, por falar no "i", não é de todo descabido dizer que na secção Zoom// do mesmo os "Ajustes directos [são] aos milhões", tema este, também, abordado no "Vai Ó Mar Tonhe!" pelo painel que o compõe, como atrás foi frisado.
Em suma, apesar dos pequenos ajustes que teremos de fazer, tanto a nível técnico, como a outros níveis, podemos dizer que para uma edição experimental até correu muito bem.

  • Greve geral no contexto do plano de austeridade
  • Base Vs Austeridade
  • Contestação ao Google Street View
  • Variante à EN242 na Nazaré


Vai Ó Mar Tonhe Emissão experimental 24 de Outubro 2010 by radionazarefm


vaiomartonhe@nazarefm.com






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