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gargolado por westnelson, em 27.03.13 às 11:35 link do gargol | | favorito

Ambas as situações estão, à vista de todos, cheias de ilegalidades, ainda que feitas debaixo da alçada da lei (?), pois nem tudo o que é "legal" é moralmente correcto. Assim, estas nomeações, numa altura em que se devia começar a dar mais importância aos cortes com a despesa do estado e das próprias autarquias não é admissível que se façam este tipo de contratações, ainda para mais para ocupar cargos que até aqui não existiam e que para nada servem.

Se o governo criasse o ministério da Cultura - e hoje comemora-se o Dia Mundial do Teatro - e, a autarquia da Nazaré um pelouro para o turismo - é inaceitável que uma terra que viva essencialmente do turismo não tenha um pelouro próprio quando tem um executivo de sete elementos e metade não faz nada e nem sequer sabem o que lá estão a fazer além de receber o ordenado ao fim do mês -, assim já eram coerentes as nomeações começavam a fazer sentido, mas, com as pessoas correctas, quero dizer, com as pessoas formadas ou com entendimento prático nas matérias atrás mencionadas.

 

"Nomeações há muitas... seus palermas!" Há pouco é quem trabalhe!

Bem-vindos a Portugal!; Bem-vindos à Nazaré!

 

Já agora, pedíamos ao edil da Nazaré para, arranjar um tempinho e, responder à missiva que lhe foi enviada. Desde já aqui fica o obrigado dos munícipes do Concelho da Nazaré.


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gargolado por westnelson, em 01.02.13 às 02:37 link do gargol | | favorito

De repente, alguém me fez levar a pensar que aquilo que poderia ter sido uma marcha (de intervenção) do Carnaval da Nazaré, embora tenha sido feita sem a pretensão de o ser, “Em 2013 sai tode tese!” não mais é que o Auto da Barca do Inferno revisitada – ora aí está uma ideia que nunca me tinha ocorrido e que serviria perfeitamente para o título desta espécie de letra aspirante a marcha, com as devidas distâncias, evidentemente.


Tão-somente, tem a característica de ser a nossa barca velha a cair de podre, meio a navegar, meio de esguelha, comandada por um arrais obstinado e de ideias fixas que se ilude a ele próprio com aquilo que, eventualmente, acha que é melhor para os seus passageiros, nem que para isso se torne ele próprio um autista, e passe metade do tempo a fazer politiquice com os elementos da sua tripulação.


Não me admiro, portanto, que este pequenino “auto da barca do (nosso) inferno”, muito por culpa dos muitos oportunismos que aconteceram, para não lhes chamar outra coisa qualquer, não tenha virado a meio da viagem uma “Revolta na Bounty”.

 

Mas, atenção que, até os grandes navios que sobrevivem a revoltas, mais tarde ou mais cedo, mesmo que já não estejam ao serviço da coroa, como era o caso, ou são abatidos ou vão ao fundo!

 

 

Auto da Barca do Inferno

Gil Vicente [1.PDF] [2.Wiki]


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gargolado por westnelson, em 16.01.13 às 04:31 link do gargol | | favorito

Relatório do FMI traduzido para Português by


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gargolado por westnelson, em 17.12.12 às 14:50 link do gargol | | favorito

Já está a ser distribuído em todas as esquininhas e a ser depositado em todos os vãos das escadas, o mapa actualizado da rede de Metro do Concelho da Nazaré que, dizem os obreiros, irá descongestionar ainda mais o trânsito rodoviário nas principais varizes da vila.

Algumas das estações foram, de facto, construídas no "horizonte 2009/2012". Descubra quais!


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gargolado por westnelson, em 28.07.11 às 23:38 link do gargol | | favorito

Na terça-feira, 26 de Julho de 2011, os encarregados de educação dos alunos apanhados na malha da transferência da Escola Amadeu Gaudêncio para o Externato D. Fuas Roupinho, reuniram-se para debater o assunto num bar da Nazaré por recusarem reunirem-se numa das salas da escola. Trata-se de uma questão de liberdade de escolha que não está a ser respeitada num país livre e democrático. Ninguém pode ser obrigado a ir estudar para uma escola quando se está matriculado noutra. De salientar o incompreensível silêncio do director do Agrupamento de Escolas da Nazaré e a bipolaridade do chefe do executivo da Nazaré, que querendo agradar a Gregos e a Tróianos não ajuda em nada, antes, pelo contrário.


Muita tinta já correu, e ainda há-de correr sobre este assunto [+mais] ao qual, desde já, dou o meu total apoio aos pais e aos alunos. Não se trata de apoiar uma escola em detrimento de outra, nada disso. Trata-se, sim, de apoiar as escolhas de uma comunidade feitas livremente e num país livre. Contudo, os pais dos vinte alunos não aceitaram reunirem-se na escola e equacionam vir a tomar algumas medidas radicais. A primeira foi reunirem-se num bar da Nazaré com vista para o Porto de Abrigo. Pois meus amigos, foi uma má opção mas, diga-se, bastante radical como se propunham. Sempre puderam contar com o patrocínio do bar, colocando à sua disposição o espaço para a reunião. Como não há ponto sem nó, o negócio naquela tarde deve ter sido bastante mais lucrativo. Na escola não havia nem água com gás fresca com sabor a tremoços nem mines! Na verdade teriam tido mais visibilidade se tivessem reunido no sítio mais in do momento esta semana, pelo menos até à maré de Lua – A Praia Nova. Não teriam as mordomias de uma bebida servida à mesa, mas de certeza que teriam uma vista extraordinária com o acrescento de poderem ter ido de fato de banho para uma mergulhaça, a confraternização teria sido mais aberta e o radicalismo da ideia mais arrojado.
Há assuntos que, além de sérios demais, caso os queiram levar assim, têm de ser tratados nos locais próprios, até por uma questão de obrigar à vínculação da própria escola, na pessoa do seu director, a uma tomada de posição. Não é num qualquer bar da praia que o vão fazer de certeza absoluta, ainda para mais longe da vista e do coração do Professor Jorge Sousa.


Em última análise e em tom de remate deixem-me dizer que, por vezes, tomadas de posição radicais – dependendo da posição que se ocupa no seio de uma luta – no sentido de apoiar uma parte numa contenda, pode levar em último recurso a uma (auto)demissão. Em vez disso, fica-se muito bem calado à espera que passe a tempestade. À espera que passe a tormenta ficam, também, aqueles que com posições ambíguas dizem não concordar com a imposição da DREL e depois nada fazem para a contrariar porque têm a certeza que não adianta lutar.

 

A luta vale sempre a pena, seja ela feita de fato de banho numa praia qualquer, num bar com vista para o mar, ou no local mais apropriado para serem levados mais a sério. Lutem camaradas, lutem, porque sem luta as imposições tornam-se uma moda. Já dizem os 'Homens da Luta' - "Camaradas, pá... a luta é alegria!"





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