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gargolado por westnelson, em 16.08.11 às 12:15 link do gargol | | favorito
Joaquim Morais no Oito Doze 16-08-2011 by westnelson


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gargolado por westnelson, em 23.10.10 às 15:35 link do gargol | | favorito

Portugal neste momento é um Teatro de Revista, mas à séria! Aliás, não é de agora, é-o há mais de trinta anos... ou já era antes disso... ou mesmo desde a implantação da república... ou a monarquia já o era!? Acho que era assim, pelo que a história diz, havia o Rei e aqueles que com ele conviviam e depois era a piolhada a aguentar os seus fedores todos. Um teatro autêntico. Um papelinho que dá vontade de rir... mas tanto que acabamos a chorar, mas por outras razões. Ainda hoje assim é!
Os direitos do povo, ganhos na luta pela liberdade e pelas causas sociais, que foram conquistando a custo depois do 25 de Abril estão a esfumar-se cada vez mais e cada vez mais depressa, conquistas essas que demoraram a ser conseguidas. Pelo menos demoraram trinta anos, e, mesmo assim, não se pode considerar que fosse algo de excepcional comparado com aquilo que outros [povos com outros governos] conseguiram noutros contextos. Há cada vez mais pobreza, cada vez mais desigualdades, e, mesmo assim, os nossos governantes não conseguem dar um exemplo cabal daquilo que são capazes, simplesmente porque não são mesmo capazes. Isso traduz aquilo que todos sabemos - não há espírito de missão, não são capazes de responder e de interpretar aquilo que J. F. Kennedy disse uma vez na América, aliás, um exemplo ainda hoje aplicado nas dificuldades de qualquer país [sabe do que se trata, que frase foi essa?]. Antes, trata-se de encher o bandulho até que a vindima acabe, porque sabem que está no fim, que outros para lá irão, provavelmente, fazer o mesmo. Não, não se trata de colocar tudo no mesmo cesto, apenas constatamos factos verificados ao longo desta ainda curta democracia. Refiro-me ao baralhar e voltar a dar, ao vira o disco e toca o mesmo, e, enquanto isso o povo é que tem de pagar a factura. Aumenta-se tudo, em todos os sectores da actividade económica, baixam-se os salários, perdem-se direitos e os nossos governantes nada fazem pela despesa do estado, na qual com toda a certeza levariam por tabela. Enquanto isso vão dizendo - "Venha a nós o nosso reino e a piolhada que se lixe!"


[A voz do povo e a luta pela liberdade...
1974 Em pleno ano de revolução sobe ao palco do Teatro Maria Victória a revista "Até Parece Mentira".
Henrique Santana, filho mais velho do grande "Mestre" Vasco Santana, interpreta então Zé Povinho, a mítica personagem de Rafael Bordalo Pinheiro, num texto fantástico e assustadoramente actual…
Poderia discursar horas a fio sobre como 36 anos depois a realidade que vivemos não se alterou assim tanto como seria de esperar. Não acredita? então ouça "O Baile Mandado" com atenção e tire as suas conclusões... Eu já tirei as minhas!

via http://sbemmelembro.blogspot.com/]






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gargolado por westnelson, em 20.07.10 às 21:31 link do gargol | | favorito

Na edição do "Nazaré FM On-line" do dia 7 de Julho de 2010, cujo convidado foi o professor Manuel A. Sequeira, autor do blog "Leva de Mar", falou-se de uma crónica de opinião escrita pelo Dr. José Pacheco Pereira no jornal "Público" há cerca de quatro semanas, intitulada de "LIXO". Acho que foi oportuno falar-se nesse texto, muito mais abrangente no seu tratamento do que aquele que lhe estaríamos a dar na altura da conversa.
Não é só na Nazaré que há coisas destas. Há-o por todo a parte como se pode constatar na crónica de opinião. Vai do jornalismo à blogosfera e é transversal à nossa sociedade no geral, mais até do que aquilo que se possa imaginar à primeira impressão.
Aliás, o texto do Dr. JP Pereira - escrito à priori - em relação à referida edição do "NFM On-line", é um óptimo complemento - à posteriori - tendo em conta alguns dos temas abordados nesta edição.

Para total compreensão deste post, ouvir o programa e ler a crónica de opinião.


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gargolado por westnelson, em 21.05.09 às 18:58 link do gargol | | favorito

Depois de se ter um espaço como a da biblioteca municipal da Nazaré, onde, e muito bem, têm acontecido inúmeros eventos culturais, a autarquia não se pode dar ao luxo de continuar a agir como se a biblioteca existisse apenas, e porque tem um excelente auditório, para conferências e reuniões mais ou menos informais, entre outros eventos que, sendo necessários, podiam ou não ser realizados naquele espaço. E ainda bem que o são. Tiram partido de um equipamento de bom nivel, com uma boa acessibilidade e  de fácil estacionamento. O problema é que a divulgação dos eventos verdadeiramente culturais são feitos de maneira deficiente. Não basta fazer uns desdobráveis e uns cartazes para fixa-los no próprio local do evento. Há que dinamizar a divulgação dos eventos culturais, fazendo tudo isso e muito mais. A divulgação deve ser feita, não só local do evento, mas também nos bares, no comércio em geral, nas escolas, na rádio Nazaré [de outra forma, porque não bastam duas vezes por dia, e “quando o rei faz anos”]. Já se pode solicitar  no site da autarquia, gratuitamente, os avisos dos eventos por sms. Isto é excelente. Só recebe quem quer por meio de solicitação. Mas, até aqui há aspectos a serem melhorados. Por exemplo, recebi as sms´s de todos os eventos do mês de Maio ainda em Abril. Errado. Caíram em catadupa uma dúzia de sms’s com os eventos tanto do dia 1 como do dia 31. Isto faz com que as pessoas se esqueçam de algumas datas. As sms’s deviam ser enviadas com uns dias de antecedência em relação ao evento em causa e não a granel para o mês completo e com o timing desajustado. As alterações de datas e cancelamentos, que existiram, não foram contemplados através de sms. Deviam ser!

 


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gargolado por westnelson, em 04.04.09 às 02:13 link do gargol | | favorito

Que dizer de um país que nomeia Domingos Névoa, para a presidência do conselho de administração da “Braval”, uma empresa pública intermunicipal que trata resíduos sólidos de seis concelhos do distrito de Braga. Até aqui tudo bem. O problema é que esse indivíduo foi condenado por corrupção. Será que a cegueira e ignorância bateu de vez na democracia Portuguesa ou é, simplesmente, pura estupidez?!

 

Que dizer de um país que depois de tanto alarido e polémicas absolve constantemente os vários envolvidos nos diversos processos referentes ao Apito Dourado. Nuno Pinto da Costa, o árbitro Augusto Duarte e o empresário António Araújo saíram em liberdade, absolvidos dos crimes de corrupção activa e passiva pelo tribunal de Vila Nova de Gaia no âmbito do “Caso do Envelope” do processo Apito Dourado. Será que o Ministério Público não consegue fazer prova do que é óbvio. Bem, parece que afinal não é assim tão óbvio!

 

Que dizer de um país em que casos como o “Freeport” ou “Casa Pia” estão num impasse ou em vias de prescreverem. Bem, o melhor mesmo é nem dizer nada se não ainda sou processado por falar nestas coisas, porque o mal feito por uns não é tão grave quanto o comentário feito por terceiros sobre esses males da sociedade podre e corrupta a que pacificamente assistimos, sem nada se poder fazer, enquanto os culpados são absolvidos sistematicamente por falta de provas, por falta de competência ou por razões que nos transcendem.

 


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gargolado por westnelson, em 26.03.09 às 20:33 link do gargol | | favorito

A taça da liga é uma competição mal nascida, se não vejamos - Não bastava a polémica que tem gerado devido à péssima arbitragem da final da passada semana entre o SCP e o SLB [leia-se Sporting Clube de Portugal e o Santo Lucílio Batista], como também deu bronca, e da grande, no apuramento para as meias finais, devido às diferentes interpretações de “goal average” provocando um enorme mal estar na liga de clubes, para já não falar da importância que os clubes lhe dão, ou melhor, lhe deram no início, porque pelos vistos tem-lhe vindo a ser dada mais importância à medida que os problemas têm aparecido e os títulos possíveis e disponíveis escasseando, é que o FCP é mais que certo ser o próximo campeão nacional, culminando agora com estes dois clubes num bate papo despropositado, até porque ninguém disse mal ou atacou o Benfica. Vir a público e, logo em conferência de imprensa, pela voz arrogante do seu assessor de imprensa dizer que o SCP estava a fazer todo este alarido em redor do que aconteceu na final da taça só para condicionar a actuação dos árbitros para a recta final do campeonato, é tudo menos reconhecer que só conseguiram levar o jogo para os penalties devido a toda aquela confusão armada pela equipa de arbitragem, ou queriam que o SCP ficasse no seu cantinho e nada dissesse? Já dizia o ditado que, - “Quem não se sente não é filho de boa gente”. Se por ventura o que aconteceu tivesse sido ao contrário, o Benfica não teria feito o mesmo? Mas o jogo não ficou marcado só por isso. Para começar, alguns jogadores do SCP, alguns do Benfica também, deveriam ter começado a segunda parte, no mínimo, já amarelados, porque se o árbitro tivesse agido em conformidade com as leis do jogo teria mostrado logo na primeira parte o vermelho a alguns jogadores quando estes começaram a distribuir porrada e a tirar de esforço uns dos outros. Depois foi o que se viu. Para compor o ramalhete, o S.L.Batista ainda veio para a comunicação social reconhecer o mal que tinha feito. Não pediu desculpas. Não ficou bem na fotografia. Para não ter pedido desculpa pela porcaria que fez, mais valia ter ficado muito bem caladinho no seu canto. Assim, as pessoas sempre se o esqueceriam mais depressa. Pedro Silva, o jogador expulso do SCP, pediu desculpa pelo disparate que fez. O árbitro não. É um árbitro que não vai deixar saudades ao Sporting. Já as hostes Benfiquistas vão sentir saudades quando este abandonar o futebol, tantas foram as vezes que os beneficiou.

Que mal tem o Paulo Bento, treinador do SCP dizer que se sente roubado. Quando sentimos algo assim, devemos dize-lo se assim o entendemos. O mesmo, foi capaz de reconhecer que o SCP ganhou ao Rio Ave com um golo ilegal. Não vi da parte do Benfica, do seu treinador, director desportivo ou mesmo do presidente fazer ou reconhecer o mesmo.

 

Ler mais aqui e aqui.


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gargolado por westnelson, em 26.02.09 às 14:37 link do gargol | | favorito


Apesar de ter decorrido sem grandes problemas o desfile de Terça-feira de Carnaval deixa muito a desejar. O desfile de Domingo, composto essencialmente pelas bandas infernais, essas sim, uma tradição da terra deixa no ar uma atmosfera de alegria, brincadeira, e boa disposição mais ao estilo do nosso Carnaval trapalhão em que a organização é a essencial deixando o espaço necessário para a desorganização. Pelo contrário, o desfile de Domingo, sem as bandas infernais, queria-se um exemplo em organização, mas ao invés, reina a desorganização, isto, muito por culpa da própria comissão que, em vez de se posicionar e movimentar por pontos chave do percurso, andava a desfilar. Uma das coisas erradas do nosso Carnaval é a comissão escolhida, ainda que um grupo de Carnaval, andar a fazer o desfile como se de outro qualquer grupo se tratasse. O grupo escolhido para comissão, nesse ano, deveria limitar-se a organizar a parte do carnaval a que se deve por direito, abstendo-se de participar no desfile. Assim se evitaria alguns pontos negros do nosso desfile de Terça-feira. Toda a minha gente anda pelo meio do desfile a seu belo prazer, desde as pessoas da assistência aos acompanhantes dos grupos, que por levar crianças pequenas acompanham "in loco" o respectivo grupo. Por outro lado, as próprias pessoas deviam ter consciência de não o fazer. Os grupos de Carnaval com um deficit de participantes não deviam participar neste desfile que se queria, apesar de ser à nossa maneira, grandioso e não, por vezes, rasca em que nem sequer um carro alegórico digno desse nome têm, levando uma simples carrinha que nada tem para mostrar e que nada dignifica o nosso Carnaval. Outro ponto negro do desfile de Terça-feira, e essa da responsabilidade de alguns grupos, é a maneira como desfilam parecendo que até são obrigados a ir ali, sem alegria, desorganizados, e o pior, a maioria dos seus elementos com a cerveja na mão, alguns ainda uns putos que nem um pelo na cara têm. O desfile de Domingo precisa urgentemente de crescer. Uma vez que se gasta o dinheiro, então que seja com ponderação e não aceitar todo e qualquer grupo no desfile que lá porque assim combinaram no intervalo da escola, três ou quatro putos, decidiram fazer um grupo de carnaval. Longe vão os tempos dos loucos da folia, dos moinhos e outros grupos dignos do desfile e do nosso Carnaval, agora sustentado e apoiado nas mais antigas e bem compostas bandas infernais que por direito próprio vão para a rua no Domingo de manhã até à hora dos bailes, algumas até, por opção, sem as tais ajudas da CMN.

 





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