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gargolado por westnelson, em 24.01.14 às 17:15 link do gargol | | favorito

Nunca a Assembleia da República foi tão desrespeitada. Sempre que há algum debate, este, serve para qualquer classe de trabalhadores, reformados, estudantes, organizações, empresas, o que for, se manifestarem contra os modelos de governação empregues por este (i)legitimo governo - qualquer dia até as crianças vamos ver manifestarem-se com ruidoso barulho e faixas negras - "DEVOLVAM AS NOSSAS VIDAS!". Mas, como o povo [já não sei se] é quem mais ordena, acho mesmo que, essa forma de manifestação - no interior do parlamento - começa a ter [muita] legitimidade e deve ser compreendida à luz dos factos actuais. E, lá está, contra factos não há argumentos - este governo tem sido o maior desrespeitador das conquistas de Abril, do estado social e económico, de que há memória, em favorecimento das classes financeiras do nosso país.

Sim, alguém tinha de levar "isto" por um caminho diferente do do passado, mas, desta maneira é que não - o que se passa hoje em Portugal é um abuso total sobre o povo. Haveria outras formas de o fazer, sem a dureza que todos, ou quase todos, estão a sentir na pele.

Na pele e no bolso...!


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gargolado por westnelson, em 11.06.13 às 17:06 link do gargol | | favorito

Na semana em que se festeja o Santo António, assinalou-se, também, o dia 10 de Junho: Dia de Portugal, de Camões e das comunidades portuguesas. Agora, mais do que nunca, faz sentido exaltarmos o dia da nação, numa altura em que estamos a ser esventrados por um desgoverno que, aparentemente, ninguém consegue sanear. Nem sequer quem o poderia fazer usando, de imediato, instrumentos legais e anuentes com a constituição – Tão opressor é o que oprime como aquele que cria condições para o acto acontecer. No dia da unidade nacional o senhor presidente da república fez um discurso bom, aliás, extremamente bom para ser debitado na inauguração do certame da Ovibeja. Enquanto isso, vamos assistindo ao occídio de uma nação por um homem... e seus comparsas. Pode um homem sozinho rebentar com a nação mais antiga da Europa, pode?

A nação Portuguesa é a única neste continente a comemorar o seu dia nacional através da cultura – quando nem sequer existe um ministério que a tutele, sendo, deste modo, atirada para a gaveta de uma secretária no canto mais paupérrimo e sombrio de um qualquer gabinete – enquanto todos os outros países o fazem tendo como pano de fundo datas históricas de grandes batalhas e independências. Se calhar estava na altura de nos amotinarmos de outra forma, de deixarmos de ser um país de costumes e gente tão branda. Não, não o desejo, mas, se isso for preciso, acho que os portugueses estão prontos para a luta. Afinal, ensinaram-nos num serviço militar, em tempos obrigatório, que, devemos defender a nossa bandeira, a pátria e a constituição da república Portuguesa, enfim, os portugueses, seja contra quem for e, neste momento, o inimigo está identificado, e, ainda por cima não tem respeitado a constituição – são o nosso pior pesadelo. Se as suas acções não nos fizessem sofrer na pele e não provocassem uma cruenta dor, até se podia dizer que, este governo, era tal e qual uma trupe ambulante desajeitada e do mais rasca que há, saída de um qualquer canto, para nos divertir – com macaquinhos amestrados e tudo.

Ainda assim, vale a pena celebrar a nação e a sua história como modo de nos enchermos de energia positiva para levar o barco a bom rumo. E, a rota que nos espera está traçada, agora mais que nunca, é a de recuperar este exânime país, mas primeiro temos de sanear a seita da desgovernação. Julgam-se os salvadores da pátria, quando na realidade são os algozes da pátria e de tudo o que a ela diz respeito: A vida condigna das pessoas, o estado social, o serviço nacional de saúde, a educação, a cultura, o trabalho, as empresas... a economia no seu todo. Como é possível a burrice poder ir tão longe.

Nós merecemos melhores timoneiros. Merecemos, também, um melhor skipper. E, já agora, não se esqueçam de pedir um desejo ao Santo António, nem que seja para fazer bom tempo, embora esse seja das competências de S. Pedro, é que a causa de todo o mal pode ser das condições meteorológicas!


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gargolado por westnelson, em 20.05.13 às 10:57 link do gargol | | favorito

Tendo em conta isto, acho que fico legitimado,caso ainda não estivesse, assim como toda a gente, para ter escrito isto. Uma autêntica roubalheira. Onde é que já se viu uma coisa destas - Trabalhar até dia 4 de Junho para se poder pagar todos os impostos. Mais de cinco meses (a notícia erradamente diz mais de seis - são exactamente 155 dias) só para encher o bandulho ao Coelho & Cia. Sim, eu sei que é redutor ver tudo isto desta forma tão simplista, mas também no governo onde deviam ver gente que tem de comer, trabalhar, criar as suas crianças e educá-las, deslocar-se, enfim viver numa economia que produza riqueza, só conseguem ver números. Para ""eles" somos apenas máquinas de pagar impostos, o resto não importa. Também nós, um dia destes havemos de decidir que "eles" não nos interessam mais. Devia ser já hoje!


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gargolado por westnelson, em 18.05.13 às 16:26 link do gargol | | favorito

À exactamente 5 anos o Portas dizia isto - e eu até concordava. Mas, gostava de o ouvir agora sobre as políticas do seu governo que apenas olha as finanças, relegando a economia para segundo ou terceiro plano. Diga, diga lá senhor Portas - tem a palavra. Sim, eu sei que você não é compatível com algumas das medidas tomadas ultimamente. Assuma isso e deixe o Coelho e o Gaspar a pastarem sozinhos. Assuma-se de uma vez. É mais forte do que tudo o resto, não é?! Pois, já sabíamos. Contudo, espero que ainda se arrependa e faça o que tem de ser feito. Um país não são só números, também são as pessoas, a sua vida condigna, a saúde, a educação, as empresas, os transportes, enfim, um país é composto por tanta coisa e se não funcionar como um todo, a tal economia que o sustenta, também não pode haver um fisco saudável e sustentado pela mesma, sob pena de se extinguir no próprio processo de aniquilação da economia praticada com o seu apoio a este governo ultraliberal do qual faz parte. Não seja hipócrita e assuma-se de uma vez contra estas políticas baseadas no fiskojacking, ou seja, nos assaltos que nos estão a fazer diariamente.


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gargolado por westnelson, em 16.01.13 às 04:31 link do gargol | | favorito

Relatório do FMI traduzido para Português by


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gargolado por westnelson, em 08.01.13 às 03:03 link do gargol | | favorito

“Nós [o “Pedro” do facebook e o primeiro-ministro] não somos duas pessoas, eu sou primeiro-ministro e também cidadão.” Pedro Passos Coelho
Primeiro-ministro

Ao tentar explicar-se com esta frase, ainda tendo como pano de fundo a postagem que fez por alturas da quadra festiva do Natal na sua página pessoal do facebook, o primeiro-ministro ao dizer “Nós” logo está a contradizer-se – “Nós” é plural e indica duas ou mais pessoas. Ele devia ter começado a mesma frase com um “Eu”, e depois o resto no singular, “não sou duas pessoas, eu sou o primeiro-ministro e também cidadão.”
O homem anda desnorteado, dizem por aí à boca grande, e, eu acredito que sim. Diz-se mesmo que anda a reboque do que, o bem aceite na Europa - ou não fosse "o infiltrado" da troika -, Vítor Gaspar faz e diz. Deve ser por aí que, inconscientemente, ele deve ter dito “Nós”. Afinal sempre há outro dentro da sua obstinada cabeçorra.


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gargolado por westnelson, em 17.09.11 às 16:38 link do gargol | | favorito

“Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos.”

— Cavaco Silva, em 9 de Março de 2011

 

Tanto quanto nos é dado a conhecer, parece que este governo a pedido da troika extinguiu a palavra "limite" do novo acordo ortográfico. Agora... não tens "limites" para os sacrifícios que tens de fazer!


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gargolado por westnelson, em 25.07.11 às 22:31 link do gargol | | favorito

Com a medida de Assunção Cristas no seu ministério, denominada “Ar Cool”, já se nota a descida da factura da energia eléctrica. Daqui depreende-se que, em pleno verão, se toda a gente fosse para o trabalho em fato de banho não se perdia nada, ganhava-se ainda mais na poupança de energia e reduzia-se mais a pegada ecológica daquele ministério. Assim, não só os homens podiam colaborar ainda mais, uma vez que o alvo é as gravatas dos senhores, como também as senhoras, já de si mais libertas no que à indumentária toca, poderiam colaborar na redução da despesa pública daquele ministério. A Ministra só não tomou ainda essa medida porque, segundo se sabe, ela própria anda um pouco acanhada por se encontrar a fazer reclame à lixívia, ainda para mais agora que acumula 3 pastas e nem tempo tem para se coçar, quanto mais apanhar sol.

Por alturas da medida “Ar Cool”, a universidade Católica em Lisboa criou regras para funcionários, alunos e professores que vão no sentido inverso da redução da pegada ecológica(!) e descabidas para os tempos que correm. Não estou a dizer que podem ir de qualquer maneira, mas proibir as pessoas de se vestirem normalmente, como se daí viesse mal ao mundo e ainda por cima pede a todos para que classifiquem a maneira dos outros vestirem para se acharem no direito de os repreender caso não achem que estão dignos... o que é isto?! Ou seja, a hipocrisia chegou à universidade dos tempos modernos e quem for apanhado de calções, chinelos, t-shirt, fato de treino, mini-saias ou com decotes mais arrojados, estão a prevaricar na conduta exigida. Assim, passo a citar os três pontos do documento apresentado e datado de 30 de Junho de 2011:

  • 1. Todos os funcionários, professores e alunos se devem apresentar na universidade com formas de vestuário dignas e convenientes, adequadas ao local de trabalho próprio de uma universidade e de uma instituição da igreja;
  • 2. Modos de trajar e formas de apresentação próprios de locais de lazer e de desporto não são adequados na universidade;
  • 3. Todos os responsáveis pela salvaguarda do ambiente e da imagem da universidade nas suas instalações e no espaço do campus universitário, devendo chamar a atenção dos que se apresentarem de maneira imprópria.


O melhor é começarem a pensar na transformação da Universidade católica num Seminário e, já agora, pensem também num anexo para um Convento.
Enquanto isso, o gabinete de cristas, enquanto elas mais levantadas estiverem, melhor! Só é pena mesmo, a Srª. Ministra não poder ir de fato de banho sem levar o carimbo de “PUB”!






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