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gargolado por westnelson, em 17.06.13 às 00:39 link do gargol | | favorito

Antes:

 

 

Fim de tarde no molhe norte do porto de abrigo da Nazaré - 3 de Agosto de 2009, mas foi assim até final de Janeiro de 2013.



Depois:

 

         

 

         

 

E agora, vai ficar assim?

Tal como os recifes artificiais foram colocados no fundo do mar a sul da Nazaré em frente da praia do salgado para dinamizar a reprodução de algumas espécies piscícolas, e que muitos nos querem fazer crer que até está, realmente, a resultar, quando os sonares das embarcações dizem que está tudo areado no fundo - são os pescadores que o afirmam; o velho farolim do molhe norte vai servir para que os percebes da Nazaré se reproduzam numa zona altamente batida pelo mar. Tenho a impressão que vai mesmo ser o melhor percebe da região. Pena as licenças para mariscador serem tão caras!


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gargolado por westnelson, em 15.07.09 às 00:42 link do gargol | | favorito

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Por muito (pouco) que se tenha feito até agora em prol dos maciços em volta do Farol da Nazaré, fico com a sensação de terem sido muito mal empregues aqueles 250.000 € gastos naquela obre descaracterizante de toda a zona envolvente ao Forte de S. Miguel Arcanjo. E, mesmo que venham a projectar uma massa pigmentada da cor dos maciços, como me foi garantido por uma "autoridade" há cerca de mês e meio, aquele espaço, nunca mais será o mesmo. Basta observar algumas das fotografias tiradas a semana passada. Para agravar a situação, parece que resolveram distribuir betão a granel por toda a estrutura rochosa, eliminando alguns dos pontos mais bonitos, como parte das varandas abaixo do forte, de frente para a Pedra do Guilhim. E, que dizer daquelas condutas promontório abaixo feitas com manilhas próprias para tudo, especialmente para estarem de baixo do pavimento, menos para aquele efeito. Não há engenheiro, seja do IGESPAR, seja do INAG ou lá mais do que vier, que me convença, não da útilidade da obra, mas, da maneira como está a ser feita. Ainda para mais, não vai ser gasto um tostão na estrutura do próprio Forte, que está a cair aos bocados.

 


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gargolado por westnelson, em 21.05.09 às 23:09 link do gargol | | favorito

A palestra desse final de tarde, de tão intimista, tornou-se numa agradável conversa, mais tarde, apenas entre cinco, depois quatro pessoas [já na rua]. Quero deixar aqui o meu agradecimento ao Dr. Jorge Lopes, director da biblioteca – pela oportunidade –, ao Dr. Carlos Batista, antropólogo – pelo abandono da minha quase total ignorância naquela matéria, sobre gente do mar, que me fascinou – e, a José Miguel Neto, Comandante do Porto da Capitania da Nazaré – pela disponibilidade e prontidão com que me explicou alguns assuntos referentes a outras problemáticas que, partindo do assunto inicial [farol da Nazaré – Forte de S. Miguel Arcanjo] se alongou por outros domínios referentes à Nazaré, sempre no âmbito da sua esfera de acção. Obrigado a todos.

 


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gargolado por westnelson, em 21.05.09 às 19:15 link do gargol | | favorito

Vem o post anterior a propósito da palestra sobre os faróis que teve lugar na passada terça-feira, 19 de Maio de 2009, pelas 18 horas, no auditório da biblioteca municipal da Nazaré com uma capacidade para quase uma centena de pessoas, evento que se realizou no âmbito da inauguração da exposição sobre o “Farol” e onde estiveram presentes seis pessoas, 7 % da capacidade do auditório. O antropólogo, Dr. Carlos Batista (Geota/leaderoeste) foi o orador, tendo como base de discurso o seu livro “Guardiães do litoral oeste” onde abordou o tema “faróis” sob o ponto de vista humano, de quem neles trabalhava e habitava. Uma abordagem mais desconhecida do que se possa imaginar à primeira vista, mesmo para aqueles que, de alguma forma, estão ligadas às coisas do mar. Aliás, como o próprio disse a certa altura daquela [quase] conversa entre amigos que durou mais de duas horas, tendo-se arrastado até à rua e já depois do fecho da biblioteca, os faróis mesmo automatizados e sem a funcionalidade útil que tinham, muito devido à evolução da tecnologia hoje usada, continuam a ser um forte componente marítimo com elevada carga simbólica de tão acolhedor que é para as gentes do mar, além de encerrarem um certo misticismo.

 


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gargolado por westnelson, em 27.01.09 às 05:31 link do gargol | | favorito


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gargolado por westnelson, em 18.01.09 às 04:39 link do gargol | | favorito

 

A partir de hoje, está patente ao público no Centro Cultural da Nazaré, e até ao próximo dia 8 de Fevereiro, uma exposição que visa a comemoração do bicentenário das Invasões Francesas cujo tema é “A Resistência Popular nas Invasões Francesas e a Importância do Forte de S. Miguel no Imaginário Colectivo”.

 

Agora pergunto eu, se com tanto apoio a Liga dos Amigos da Nazaré e Câmara Municipal da Nazaré já terão força, não só para fazer uma exposição como, para tentar salvar o nosso património, neste caso o Forte de S. Miguel Arcanjo, devotado ao abandono por parte do tutor oficial, a Capitania do Porto da Nazaré, ou melhor, despromovido a armazém de lixeira resultante das apreensões por parte das acções da polícia marítima? Mas não é só. O próprio monumento está no descalabro completo. As obras feitas já há algum tempo não beneficiaram em nada o forte, descaracterizando-o. Mais recentemente, a queda de pedras da fachada frontal à direita da porta principal, portanto, virada para a estrada, é notória. Até já  há quem tenha uma colecção daquelas pedras em casa – talvez num futuro não muito longínquo elas venham a valer uma pequena fortuna – dizem!

Porque não aproveitam, não a inércia demonstrada até agora por parte de todos os agentes que deveriam estar envolvidos, mas, a embalagem e a temática importante desta exposição para fazer valer os valores da preservação do nosso património. Sim, fazer exposições é muito importante mas as acções no terreno são-no ainda mais. Agora que se fala tanto da Marca Nazaré, era importante recuperar o forte, elemento importante na fisionomia da paisagem da Nazaré. É que não tenham dúvidas, se nada se fizer em breve o forte um dia destes passa mesmo, literalmente, a fazer parte do imaginário colectivo de uma população.





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