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gargolado por westnelson, em 12.12.12 às 14:32 link do gargol | | favorito

O Norpak está contra a abertura do novo parque aquático na sua vizinhança e pondera meter uma providência cautelar contra esta situação só agora descoberta. O novo parque aquático é uma obra da responsabilidade da CMN em parceria com a Confraria de N.ª Sr.ª da Nazaré que cedeu o terreno.

 

{fotos do novo parque aquático no fb; vídeo do mesmo}


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gargolado por f0fa, em 07.07.10 às 20:50 link do gargol | | favorito

Bartoon in "Público" por Luís Afonso




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gargolado por westnelson, em 22.04.09 às 01:16 link do gargol | | favorito

Questionei várias entidades sobre a problemática da recolha e valorização dos óleos alimentares usados. Simplesmente, não obtive respostas aos e-mails! Nem sequer uma linha escreveram sobre o assunto. O post anterior, referente a esse caso, ficou, assim, com as respostas em branco.

Pessoalmente, até sei quais são as respostas a algumas das perguntas com as quais questionei várias entidades da nossa terra. Pesquisei na internet e até contactei entidades privadas de recolha de resíduos e obtive algumas respostas mas, por coerência para com aquilo que escrevi e fiz, continuarão em branco. Quem quiser que responda, terei o maior prazer em colocar no sítio certo as respectivas respostas. O que não é nada digno é gente com responsabilidade na política local e em órgãos com relevância a nível comercial, de serviços e industrial não responderem aos e-mails enviados a pedir umas míseras respostas que, na minha humilde opinião, até poderiam servir, de alguma forma, em proveito daqueles que foram questionados. Ainda não perceberam que podem aproveitar a internet, não só em sítios e blogs oficiais como em blogs daqueles que os interpelam de maneira educada e simples a bem, também, do esclarecimento da população ou então os e-mails foram direitinhos para o SPAM. Parece que não aprenderam, embora a outro nível, a lição dada nas últimas eleições americanas!

Os blogs da Nazaré, mesmo com pouquíssima participação a nível de comentários têm, uma grande e, cada vez maior, visibilidade entre a população. Há várias maneiras de sentir esta afirmação – pelo contacto com as pessoas, por aquilo que escutamos, pelos e-mails que recebemos e ainda pela consulta à nossa página de apoio de contagem de visitas. Nesta ultima conseguimos ver com uma exactidão incrível "quem" nos acede, de onde, através de que site ou blog, links ou busca, indo ao pormenor de nos indicar até a resolução do monitor usado e do próprio sistema operativo e browser.

 

Sem dúvida que a compostagem é necessária e bem vinda. Como cidadão preocupado com o ambiente, estou mesmo muito contente com esta medida, mas eu não tenho jardim... mas tenho ali um garrafão de 5 litros cheio de óleo alimentar usado e não sei o que fazer com ele!?

 


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gargolado por westnelson, em 14.04.09 às 20:12 link do gargol | | favorito

Já depois de ter escrito no post sob o título – Ponham óleo na corrente! – onde constam algumas considerações e alguns factos sobre a recolha de óleos alimentares usados, descobri este pequeno texto no site da CMN:

 

« Recolha Selectiva de Óleos Alimentares Usados – Os proprietários dos restaurantes, podem igualmente solicitar à Autarquia recipientes com uma capacidade de 50 L que se destinam exclusivamente aos óleos alimentares usados. Sempre que o recipiente se encontrar cheio a Autarquia procede à sua substituição, sendo estes recolhidos por uma empresa licenciada para o efeito, que os encaminha para valorização, podendo ser utilizados na produção de sabão e biodiesel.»

 

Perante isto, que admito, desconhecia, devo em relação a estas parcas palavras da autarquia no seu site, sobre esta problemática dos óleos usados, fazer o seguinte questionário do qual gostaria de obter as respostas de alguém com conhecimento de causa:

 

P: Quantos restaurantes solicitaram à autarquia recipientes para recolha de óleos alimentares usados? O programa de recolha teve ou tem a divulgação necessária?

R:

 

P: Quem é que fornece os recipientes, a autarquia ou a empresa licenciada para fazer a recolha e o seu tratamento?

R:

 

P - Qual é a empresa licenciada que actualmente está a fazer a recolha do óleo?

R:

 

P: Onde é que esse óleo é valorizado e quem vai tirar proveito do produto, neste caso o biodiesel ou o sabão, daí resultante?

R:

 

P: A recolha a particulares está prevista? Em que moldes, com a recolha em sítios específicos como já se faz com os ecopontos?

R:

 


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gargolado por westnelson, em 13.04.09 às 00:40 link do gargol | | favorito

Os serviços municipalizados de Aveiro estabeleceram a semana passada um protocolo com a Enviroria, uma empresa especializada na recolha de óleos usados, para a instalação de 78 oleões, com vista à sua reciclagem e transformação em biodiesel. Vai ser um serviço voluntário e gratuito para os utilizadores.

 

Como cidadão habituado a fazer a separação dos diferentes resíduos logo em casa e a colocá-los nos poucos e mal distribuídos ecopontos disponíveis na Nazaré (mas isto, é pano para outras mangas), sinto falta de uma medida como esta tomada em Aveiro. Há imagem do que acontece na maioria dos municípios de Portugal, as autarquias ainda não acordaram para a problemática dos óleos domésticos e, numa vila a crescer como a Nazaré, onde o número de restaurantes e afins é bastante elevado, como é lógico numa vila em que a sua economia depende, essencialmente, do turismo, é uma necessidade que há muito se começou a fazer sentir. Pouca gente se dá ao trabalho de colocar o óleo usado em sacos de plástico que, depois de bem atados e com algum cuidado, vão ser misturados com o lixo doméstico biodegradável (?) – procedimento não aconselhável – mas, muitos colocam-no para as sanitas, lava-louças, sarjetas, enfim, vai tudo parar à ETAR da Nazaré – procedimento ainda menos aconselhado pela Quercus. Venha o diabo e escolha! Só quem nunca viu é que não imagina. Não é só o desperdício de tanto óleo que poderia ser transformado em biodiesel [uma das formas de biocombustível], como a poluição que é, diria mesmo, um crime para o ambiente, tanto óleo misturado com águas residuais que têm de ser tratadas antes de serem devolvidas à natureza e, há sempre uma grande possibilidade de fugas, tudo isto sem falar nos custos que acarreta para a autarquia, mesmo que se contrate uma empresa para fazer a recolha e o tratamento dos óleos as despesas vão existir sempre. Poupa-se num lado, gasta-se no outro e as diferenças por uma causa tão nobre como esta, não são para aqui chamadas porque são irrelevantes. Numa primeira fase poupar-se-ia no combustível gasto pelas muitas viaturas a diesel da autarquia e de outras instituições com relevância pública. A autarquia, ou mesmo as juntas de freguesia do concelho se tomassem este assunto em mãos e tratassem dele como uma medida séria a realizar o quanto antes, além dum grande favor que faziam à população, ao ambiente, enfim, à qualidade de vida destas gentes, com certeza que, também eles [políticos], sairiam muito mais limpos à vista de todos.

 

Não tenham medo da Direcção Geral das Contribuições e  Impostos, do Ministério da Economia, ou seja lá mais de quem vier devido ao ISP. A junta de freguesia da Ericeira ainda não pagou a multa imposta pela ASAE e pelas finanças. Não sei se haverá entretanto outras juntas ou mesmo municípios envolvidos. Mas, agora com Aveiro a entrar no baile e muito provavelmente muitas outras, o governo terá de legislar e retirar as multas impostas, porque já apoia...! Lembram-se, da polémica há um ano quando o caso da Ericeira surgiu e, do que disse o primeiro ministro em plena assembleia da república quando interpelado pelo bloco de esquerda para a contradição do caso? Força nas iniciativas e, se for caso disso, ponham óleo na corrente!

 





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