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gargolado por westnelson, em 09.03.14 às 17:53 link do gargol | | favorito

A crítica é salutar quando é feita de modo construtiva, aliás, ela é necessária. Contudo, não posso deixar de salientar que há munícipes na Nazaré que deviam libertar-se dos seus medos e deixar que o executivo faça o seu trabalho sem a pressão exercida sobre ele de um modo que se poderá dizer exagerada e de bota abaixo como se tivesse sido esta equipa da CMN a praticar todas as políticas e “medidas de ordem técnica” (para não dizer outras coisas), que outros praticaram durante vinte anos. A pressão neste executivo chega a ser maior que na liderança de JB ao longo de cinco mandatos. Esta pequena parte da população nazarena sofre de um problema que não a deixa pensar, ver mais além e para piorar a situação, nem sequer conseguem mexer o pescoço, já outros, uma parte substancialmente maior, sofre de pistantrofobia, e, apesar de darem o benefício da dúvida ao novo executivo, continuam a fazer pressão por medo da má experiência que tiveram no passado recente com os executivos liderados por JB. Mesmo assim, apoiam o novo executivo.

 

          Espero que tenham aproveitado bem o Carnaval e se tenham libertado dos maus espíritos que os apoquentam. Deixem de pressionar e trabalhar quem quer trabalhar para tirar a Nazaré do marasmo. O Novo executivo não está a trabalhar para mais do mesmo, tem o compromisso de fazer diferente e colocar a Nazaré no merecido lugar – o lugar que lhe foi retirado por uma governação desastrosa que levou a Nazaré (quase) à ruína – um dos municípios com piores resultados no país, onde para pagar uma simples factura, demorava mais de dois mil dias, onde a despesa, não se sabe com o quê, porque não há obra feita, superou em muito as receitas com agravamentos de ano para ano até se chegar à astronómica dívida, que, a auditoria financeira há-de revelar ao certo. Se tem continuado como estava, onde é que iríamos parar (?) – provavelmente isto inclinaria para o lado das terras de Cister. Mas, com tais defeitos adquiridos, sabe-se lá se nos queriam. Outra opção era irmos fundear para as bóias já que as Berlengas ou mesmo os Farilhões são reserva natural e já têm dono.

 

          Agora, há que parar a marcha negativa e, sabe-se que,  pouco mais de quatro meses é muito pouco tempo para compensar tão grande trabalho negativo ou na melhor das intenções, para tão grande inércia. Mas o trabalho está a ser feito, não só pela câmara como pelo esforço das juntas de freguesia do concelho da Nazaré. E, depois de parada a máquina com produção negativa, há que estabilizá-la e dar-lhe o impulso no sentido correcto para que a recuperação se dê a todos os níveis – económico, social, mas, também, ao nível paisagístico e arquitectónico. Sabe-se que, se numa destruição de vinte anos onde há muito por fazer, haverá, com certeza, aspectos que bem trabalhados e com alguma imaginação são quase de imediato recuperáveis – assim haja algum dinheiro, que é coisa que não abunda -, também se sabe que, haverá males quase irremediáveis ou que levarão anos a fio para recuperar ao nível de todos os aspectos atrás referidos.

 

          Só espero que, a auditoria, que em breve terá o seu início, além de dar conta da real situação financeira da autarquia Nazarena e dos atentados contra ela feitos ao longo de duas décadas (a auditoria abrange apenas os dois últimos mandatos), dê conta, também, de uma base de sustentação real para que, quem praticou tais actos contra o património e população do Concelho da Nazaré, possam ser responsabilizados, doa a quem doer.





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