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gargolado por f0fa, em 20.06.10 às 23:46 link do gargol | | favorito

Bartoon in "Público" por Luís Afonso

Este cartoon foi adaptado à Nazaré, como tal, se quiser ler como no original é só trocar "Nazaré" por "Algarve".




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gargolado por f0fa, em 28.04.10 às 20:57 link do gargol | | favorito

Bartoon in "Público" por Luís Afonso


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gargolado por westnelson, em 25.04.10 às 20:00 link do gargol | | favorito

Só para recordar - 36 anos depois da revolução de Abril.




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gargolado por westnelson, em 20.02.10 às 05:06 link do gargol | | favorito

Mais de 140 anos depois de Eça de Queiroz ter publicado o texto abaixo indicado no jornal "O Distrito de Évora", é incrivelmente notória a actualidade das mesmas linhas. Não só o tempo é relativo (afinal o que são 140 anos?), assim como o é a qualidade de quem nos governa (ou desgoverna?!), para o bem e para o mal. A linha, também ela, é relativa e pode ser ténue ou nem por isso - depende apenas das opiniões (dos outros), dos favorecimentos (ou não), das decisões (ou falta delas), enfim, depende sobretudo das consequências das acções tomadas, independentemente das razões que lhes deram origem. Tudo isto se aplica tanto a nível nacional como a nível local.

 

 


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gargolado por f0fa, em 20.02.10 às 02:46 link do gargol | | favorito

 

Bartoon in "Público" por Luís Afonso

 


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gargolado por westnelson, em 09.02.10 às 02:37 link do gargol | | favorito

"Acabou de ser divulgada a lista das 77 candidaturas, a partir da lista longa das 323, que seguem em frente na eleição das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.

A lista apresentada resulta da votação de 77 especialistas com representatividade geográfica nacional e de diversas áreas cientificas" [...], e, infelizmente, nem o promontório da Nazaré, nem o monte de S.Brás estão incluídos nessa primeira pré-selecção para Maravilha Natural de Portugal. Contudo, há que reconhecer o quão importante é este promontório para estas gentes, para esta região, para Portugal, ou não fosse uma das imagens de marca mais reconhecidas, mesmo a nível internacional. A Nazaré continuará a ser reconhecida por muitos, em muitos locais do mundo, e, não é por já não ir ter uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal que deixará de ser uma terra maravilhosa. Aqui o conjunto vale pelo seu todo.

 


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gargolado por westnelson, em 06.01.10 às 07:03 link do gargol | | favorito

O Gargol apoia a candidatura do Promontório da Nazaré a Maravilha Natural de Portugal.

A Câmara Municipal da Nazaré candidatou o Promontório da Nazaré ao concurso “7 Maravilhas Naturais de Portugal”, cuja cerimónia final decorrerá nos Açores, em Setembro próximo. [++ continuar] [++ mais]

Documento da candidatura:

 

 


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gargolado por westnelson, em 05.01.10 às 05:38 link do gargol | | favorito

Veja o vídeo com as fotos que lhe contam a história do ano que chegou ao fim. [fonte Visão]

Agora, para este ano de 2010, queremos novos casos, novos problemas, novas situações para encherem jornais e paginas web. Um bom ano de 2010.

 


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gargolado por f0fa, em 29.12.09 às 00:01 link do gargol | | favorito

Fonte: Cartoon do António in Expresso

 

Foi um assunto que dominou grande parte do ano que agora acaba, o Nacional Sucatismo, com grandes nomes e entidades ao barulho, e, está longe de terminar, se é que termina, pelo menos com o apuramento da verdade. Mas como em muitos casos, poderá a culpa morrer solteira? Será que há culpa de alguém? Será que...? Será que...? Não sei. Não sei. O que sabemos ao certo, é que a sucata rende milhões quando tratada como se fosse ouro, ou quase. Acabamos a década com a sucata e outras corrupções e corruptelas, até agora por provar definitivamente, a dominar o regime democrático do nosso Portugal. Viva a Sucata!


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gargolado por f0fa, em 12.11.09 às 11:56 link do gargol | | favorito

Bartoon, por Luis Afonso in "Público"


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gargolado por f0fa, em 31.10.09 às 18:28 link do gargol | | favorito

 

Bartoon in "Público" por Luís Afonso

 


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gargolado por westnelson, em 25.08.09 às 01:08 link do gargol | | favorito

Bem sabemos que o vira-casaquismo não é bem aceite porque representa uma falha moral e ética, não tanto uma alteração política-ideológica, uma vez que falamos de política local. Vem isto a propósito das políticas desenvolvidas pelos partidos a nível municipal [onde a ideologia não tem um cabimento lógico tão acentuado] que nada têm a ver com as ideologias seguidas pelas forças políticas a nível nacional, mesmo assim, nem sempre seguidas no rigor dos seus estatutos ideológicos. Então, como pedir a um agente da política local para seguir uma determinada ideologia se são os líderes nacionais os primeiros a “falhar” a este nível... e bem. As ideologias rígidas e cegas prendem-se com o passado arcaico dos movimentos que lhes deram origem.

Nos tempos que vão correndo, não faz sentido, seguir-se uma ideologia cegamente. O mundo [ainda] está a democratizar-se e a globalizar-se, quer se queira ou não, e cada vez mais, cada caso é um caso, cada problema terá uma solução que, independentemente da ideologia da força política da qual os representantes eleitos, terão de achar. Impera a sensatez e o melhor em função dos problemas de cada caso, cada nação, de cada comunidade local. Nos extremos políticos encontramos [algumas] forças que dificilmente acompanharão esta evolução natural das políticas modernas – o abandono da cegueira ideológica, ou seja, as linhas limitativas dos pensamentos, alargaram deixando de ser estreitas e paralelas, agora bastante mais afastadas ou obtendo uma forma cónico-expansiva. Por isso, fala-se tanto, e cada vez mais, naqueles que sendo mais moderados ao centro, pouco se destinguem, mudando o comportamento, apenas, em função da posição ocupada na altura, se governo, se oposição, o que por outro lado os torna muitas vezes incoerentes nas decisões tomadas a partir desse ponto de vista. [link]

Apesar de haver poucos exemplos de carreiras políticas transversais à nossa montra eleitoral, curiosamente, o vira-casaquismo não evolui (ou raramente evolui) entre as duas forças centrais, sendo mais notória a evolução entre uma destas e um extremo ou vice-versa. Na política municipal passa-se a mesma coisa e nada tem a ver com políticas, antes, com questões ambíguas, exteriores a causas ou problemas, pelo que o eleitorado nunca gostou dos desvios morais e éticos daqueles que viram a casaca em função do tacho, apesar da quase inexistência ideológica na política municipal. Por outro lado, quem concorre as umas eleições, numa primeira fase como independente, pode, a seu belo prazer, andar de um lado para o outro sem que lhe seja conotada a falta de moral ou ética por falta de enquadramento político. Mas atenção, o bilhete só dá para uma viagem, mesmo que se continue a apregoar a independência, numa segunda fase, já conotado com um partido, característica curiosa da camuflagem política municipal.

 


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gargolado por westnelson, em 21.08.09 às 23:00 link do gargol | | favorito

«Temos que criar as condições para que os impostos baixem.

  Aquilo que prometo é que não há margem para aumentar impostos.

  Aumentar impostos não é possível.

  A baixar, baixaria aqueles que têm a ver com o custo do trabalho.»

 

 


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gargolado por westnelson, em 17.08.09 às 14:54 link do gargol | | favorito

Os três crónicos candidatos ao título de Campeão Nacional detêm 63,2% (92,5 milhões de euros do bolo previsto de 146,36 milhões de euros) do orçamento global da primeira liga, enquanto os restantes treze clubes ficam com apenas 36,8% (53,8 milhões de euros). Os dois clubes que melhor se apetrecharam no “negócio humano” de compra de jogadores, Porto e Benfica, gastaram em tempo de crise quase 50 milhões de euros. Isto é que é obra!

Depois ainda vem o presidente da liga profissional de clubes, Hermínio Loureiro, dizer que [...] “o futebol português entrou [definitivamente] num novo ciclo “[...] e que, [...]”estão reunidas as condições para termos uma das ligas mais competitivas da Europa “[...].

Eu até simpatizo com o homem, agora, também candidato à Câmara de Oliveira de Azeméis, mas, a pensar desta maneira sobre a liga depois de se observarem as diferenças orçamentais dos clubes envolvidos só poderei proferir o seguinte – “Só se ´tá bebade, ah ó!?”

Os denominadores comuns da primeira jornada foram apenas uma coincidência.

 


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gargolado por f0fa, em 17.08.09 às 02:50 link do gargol | | favorito

Bartoon in "Público" por Luís Afonso


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gargolado por f0fa, em 05.08.09 às 00:41 link do gargol | | favorito

Bartoon in "Público" por Luís Afonso


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gargolado por westnelson, em 02.08.09 às 22:32 link do gargol | | favorito

Afinal o que Louçã dizia até tinha fundamento. Joana Amaral Dias tinha sido convidada para as listas do PS Coimbra, o problema é que o convite endereçado pelo secretário de estado, Sr. Paulo campos que, no seu ponto de vista não passou de "um indagar da possibilidade de..." foi muito mais que isso. E, isso viu-se pelo modo atrapalhado e desajeitado como veio a público por mais de uma vez tentar justificar. O homem nem sabia o que era o IDT (Instituto da Droga e da Toxicodependência)! Bolas, e é isto um secretário de estado(?), talvez se venha a lembrar mais tarde do convite que fez a troco de..., isto para não falar dos encontros imediatos veiculados, que não chegaram a existir. O homem tem mesmo imaginação. Se calhar é por isso que está no governo. A gente quer é gente imaginativa a trabalhar em prol do povo... idiota!

Agora só tem de fazer como a avestruz e esperar que durante a tempestade ninguém se aproveite da sua posição desprevenida. Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele!

 

Também não era preciso Francisco Louçã fazer aquele alarido todo. Fez uma autêntica tempestade num copo de água. Levou o primeiro ministro, José Sócrates a fazer um desmentido [que julgara correcto], quando sem saber não tinha razão. Foi ele o apanhado e, o melhor que tinha a fazer era uma remodelação de ultima hora ao nível de alguma secretaria de estado das obras públicas que não lhe valeria de nada a não ser lavar um pouco a honra. Joana Amaral Dias, em vez de se ausentar do país logo a seguir ao "bufo" que fez, deveria ter vindo a público dizer logo quem foi o autor do convite, evitando assim um alvoroço sem cabimento algum, ou então, teria ficado caladinha uma vez que o dito convite não passou de uma "indagação" meramente telefónica [indagar - palavra nova para dizer convite...].

 

A classe política cada vez me desilude mais...Óh se desilude...!

 


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gargolado por westnelson, em 29.07.09 às 01:47 link do gargol | | favorito

O vale tudo na “luta política”, ou não se chamasse assim, especialmente em tempo de pré campanha eleitoral, tanto para autárquicas como para as legislativas, faz-se sentir ao mais alto nível. Até aqui nada de novo. Se em plena pré campanha autárquica nazarena vale tudo, desde trocas a baldrocas, onde as ideias, a filosofia política e a linha de pensamento idealista é subvalorizado em detrimento do lugar elegível, seja em que lista for, ou seja, do “TACHO” e/ou da vingança política; Já a nível nacional, para as legislativas, a guerra entre os bloquistas [Louçã] e o secretário-geral do PS [Sócrates], resvala sobre a couraça da indiferença da antiga deputada e dirigente bloquista, Joana Amaral Dias, que entretanto se ausentou do país. Era importante esta senhora vir a público dizer se realmente foi ou não convidada, para fazer parte da lista do PS às legislativas por Coimbra, onde foi sugerido ainda a presidência do IDT – Instituto da droga e da toxicodependência ou um lugar no governo. Devia de o fazer com toda a clareza e dizer quem é o mentiroso, se o primeiríssimo Sócrates, se Louçã, logo, ela própria. Caso tenha sido esta última situação a ter acontecido, qual o objectivo de colocar aqueles dois políticos num frente a frente mentiroso, sem conteúdo palpável e útil para a sociedade e para a política Portuguesa onde todos ralham, mas, “todos” teriam razão?
A haver aqui um mentiroso só poderá ser ou José Sócrates ou Joana Amaral Dias. Para acusar-se Louçã de estar a mentir, e não o estou a ver inventar seja o que for, pelo menos desta natureza, primeiro teria de se chamar mentirosa e alcoviteira a Joana Amaral Dias.

 


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gargolado por westnelson, em 28.07.09 às 01:18 link do gargol | | favorito

"Blogues são novo espaço que se abre à democracia política e cívica"

José Sócrates, secretário geral do PS e primeiro ministro

 


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gargolado por westnelson, em 08.06.09 às 02:45 link do gargol | | favorito

Confesso que, apesar de não ter ido votar, acto voluntário e reflectido q.b., até estive interessado em ver a evolução dos resultados e as opiniões dos outros. Ricardo Araújo Pereira dos gatos fedorentos esteve muito bem na TVI, de cara tão séria que fazia rir só de olhar para ele, lá foi dando as tacadas no sítio certo e nem os comentadores políticos fugiam ao sorriso manhoso e hipócrita.

Acabo a 'sessão' de informação política com uma certeza aterradora – na política, após umas eleições, ninguém sai derrotado. Todos ganharam qualquer coisa, quanto mais não seja, neste caso, o “Tacho Europeu” – ou, como o CDS que ganhou às empresas de sondagens!

Como disse José Sócrates, verdadeiro perdedor para o PSD – "este resultado dá-nos mais energia" – também ganhou algo, viram? Energia!

A CDU ficou elas por elas com o BE – ganharam os dois. Há que subtrair da análise feita ao pormenor, sempre, mas sempre, os pontos positivos!

A graçola da noite, que li algures por aí na internet, era qualquer coisa deste género – “Já se abrem garrafas de champanhe na sede do PSD. Já se fumam charros na do BE.”
Chego a uma conclusão que, não sendo nova, sai reforçada – A política nacional é um verdadeiro circo com macacos amestrados capazes de coisas que nem as mentes mais ardilosas conseguiriam.

 


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gargolado por westnelson, em 15.05.09 às 03:47 link do gargol | | favorito

Ao que parece a Nazaré esteve ontem nas bocas do mundo. Até parecia que tinhamos mudado todos com malas e bagagens para o médio Oriente, por onde a comitiva Papal andou, dando mesmo uma missa campal à minoria (6%) Cristã!

Tal foi o acontecimento que, quando tentei aceder ao Sapo Local (Nazaré, Portugal), só deu mesmo foi Papa, nada de notícias relacionadas com a minha querida terrinha... Bolas!

Mas "menes q'ninguém", o  embaixador de Israel e a sua comitiva, andou por cá, de visita à Nazaré. Ao que parece e segundo as informações oficiais, andou a ver e a conhecer a localidade onde o grupo privado de investidores, que também vieram, vão investir os milhões num hospital de luxo... Quero acreditar... não, acredito mesmo. Será uma realidade em 2012, esperamos nós.

Afinal, quando parecia que Maomé tinha ido à montanha, foi a montanha que foi a Maomé...!

 


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gargolado por westnelson, em 06.05.09 às 05:06 link do gargol | | favorito

Numa altura em que a política domina a cena nacional e os políticos anunciam as verdades dos factos, as suas verdades, as verdades de cada um. E, há imensas! Tantas são as verdades que ficamos sem saber onde estão as mentiras. A questão que aqui se impõe é saber inverter as ideias e, assim, descobrir, no meio de tantas verdades mentirosas, as verdadeiras verdades. Pessoalmente, poucas ou nenhumas foram as vezes que ouvi um político dizer que errou ou que se arrependeu duma decisão menos correcta, ou mesmo dar razão a um colega duma bancada que não a sua. Pelo contrário. Mas não, os políticos têm sempre razão, a sua razão, logo há imensas razões. Mas que mal tem reconhecer um erro e até dar razão ao adversário político sempre que for caso disso? Só dignificaria quem o conseguisse fazer, a política no geral e, quem sairia sempre a ganhar, por inerência desses actos nobres, eram as populações, o país.

Senhores políticos tenham vergonha, reconheçam quando erram e verão que quando tiverem razão, a verdadeira razão, terão muito mais força para a defender e serão levados em conta. É tudo uma questão de atitude, de coerência e de respeito por vós próprios.


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gargolado por westnelson, em 27.04.09 às 01:47 link do gargol | | favorito


25 de Abril, 35 anos depois.
Norberto Isaac, da Nazaré, foi apanhado em flagrante a distribuir propaganda que apelava à deserção da Guerra Colonial. Foi preso em Fevereiro de 1974. Foi torturado durante dois meses, até ser libertado a 26 de Abril. Uma das muitas histórias da resistência antifascista. Para que a memória não se apague.

{via Ilusionista Crónico}


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gargolado por westnelson, em 22.04.09 às 10:30 link do gargol | | favorito

Outdoors e mais outdoors, umas vezes aos pares mais parecendo vidrões, outras isoladamente colocados em pontos estrategicamente visíveis o quanto baste para irritar quem por ali passa todos os dias! Gastam milhares de euros julgando influenciar a maneira de pensar dos eleitores através de tal forma arcaica de campanha. É ridículo chegarem ao ponto de fazer umas guerrinhas mesquinhas, entre eles, por haver um determinado partido a usar um sítio ilegal para afixação. Todos os sítios deviam ser proibidos para afixação de outdoors de cariz eleitoralista. Hoje, existem outras formas de fazer campanha, mais direccionada ao cidadão, potencial eleitor. Sim, potencial, porque todos o somos, embora não esteja fácil pôr, pelo menos, meio Portugal a votar já nas “primeiras” que se aproximam para a Europa. A abstenção vai ser grande, séria e quase absoluta. Não há volta a dar. A classe política está desacreditada na opinião pública e não são outdoors poluidores da paisagem, que vão fazer a nossa gente mudar de ideias. Além disso há mais em que pensar do que mandar para Bruxelas meia dúzia de indivíduos ganhar ordenados milionários com todas as despesas pagas enquanto o povo anda a chuchar no dedo.

A maioria dos políticos ainda não perceberam que é através da internet que se devem expandir para exprimir, divulgar as suas ideias, claro, além das tradicionais formas, como a exposição mediática em jornais, televisão, debates, comícios, etc... onde poderão falar de maneira mais directa para os eleitores. Os outdoors à beira da estrada são um verdadeiro atentado ao ambiente, quanto mais não fosse pela “forma” [como] e pelo “conteúdo” [mensagem]. Por favor acabem lá com essa treta que até faz mal e atrapalha a visão de quem conduz. Se ao menos lá estivessem umas caras bonitas...!

 


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gargolado por westnelson, em 04.04.09 às 02:13 link do gargol | | favorito

Que dizer de um país que nomeia Domingos Névoa, para a presidência do conselho de administração da “Braval”, uma empresa pública intermunicipal que trata resíduos sólidos de seis concelhos do distrito de Braga. Até aqui tudo bem. O problema é que esse indivíduo foi condenado por corrupção. Será que a cegueira e ignorância bateu de vez na democracia Portuguesa ou é, simplesmente, pura estupidez?!

 

Que dizer de um país que depois de tanto alarido e polémicas absolve constantemente os vários envolvidos nos diversos processos referentes ao Apito Dourado. Nuno Pinto da Costa, o árbitro Augusto Duarte e o empresário António Araújo saíram em liberdade, absolvidos dos crimes de corrupção activa e passiva pelo tribunal de Vila Nova de Gaia no âmbito do “Caso do Envelope” do processo Apito Dourado. Será que o Ministério Público não consegue fazer prova do que é óbvio. Bem, parece que afinal não é assim tão óbvio!

 

Que dizer de um país em que casos como o “Freeport” ou “Casa Pia” estão num impasse ou em vias de prescreverem. Bem, o melhor mesmo é nem dizer nada se não ainda sou processado por falar nestas coisas, porque o mal feito por uns não é tão grave quanto o comentário feito por terceiros sobre esses males da sociedade podre e corrupta a que pacificamente assistimos, sem nada se poder fazer, enquanto os culpados são absolvidos sistematicamente por falta de provas, por falta de competência ou por razões que nos transcendem.

 





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