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gargolado por westnelson, em 29.03.13 às 22:03 link do gargol | | favorito

Sabe-se, de um modo geral, não sendo taxativo, que as candidaturas independentes às autárquicas são usadas sobre tudo por pessoas que, por qualquer motivo, ficam fora das listas dos partidos. Por mais ideologia partidária que haja dentro de cada um desses independentes, exorcizam os seus passados absorvendo e até lutando pelo sentimento antipartidário que em parte se instalou na nossa sociedade. Contudo, ser “independente”, ou querer parecer que o é, já é, de alguma forma, tomar partido.

 

As ideologias partidárias que não têm de ser rígidas, quero crer que não o são, mau seria se o fossem e cada vez menos o são – estou convencido disto – até porque quem não evolui neste sentido fica fora do seu tempo e a viver do passado que em nada favorece quem dali comunga e a quem raramente serve – a população. Ainda assim, o filão do candidato independente, com ou sem passado político, é quase sempre explorado de um modo quase esquizofrénico ao ponto de, fora do alcance e do seguimento de uma ideologia, poder descambar por caminhos anormais a uma sociedade democrática em que o candidato é soberano sobre todas as suas opiniões que poderão chegar ao ponto de ser antidemocráticas e até homofóbicas, não abrindo a política à sociedade – o que é um contra-senso –, apenas promovendo as figuras de topo de tais listas independentes. Não quero com isto dizer que é o que normalmente acontece, mas que acontece em muitos casos, disso não tenho dúvidas. Mas, a maior brecha numa candidatura deste género é a grande falta de coerência entre as opiniões sobre os mesmos assuntos em determinados períodos temporais bastante curtos, inferiores a um período autárquico – se isto acontece com alguns políticos dentro dos próprios partidos, muito mais facilmente acontece fora deles. Uma situação destas só é aceitável se por qualquer impedimento legal ou prático for impossível seguir em frente com o que estava inicialmente previsto. O que interessa na essência de um projecto autárquico sério é trabalhar obedecendo a um rigoroso programa, entretanto sufragado pela população, para benefício desta, e não depois de eleito e designado para uma tarefa andar a mudar de opinião como quem de camisa troca diariamente. O trabalho resulta se tiverem objectivos bem definidos pelos quais se possam orientar, levando a bom porto o desenvolvimento dos projectos para bem da população e do concelho para o qual foram eleitos. É aqui que é necessário estar atento aos desvios, para além do aceitável, das ideias com elevado índice de falta de bom senso.

 

Aliás, um autarca tem sempre, mas sempre, mesmo, de defender a causa e a gestão pública de tudo que a uma entidade destas diz respeito, não alienando bens do erário público por o dá cá aquela palha em proveito próprio de outros ou mesmo em prol de interesses obscuros que não consigam ser explicados de modo convincente. Um indivíduo que age assim, não está predisposto para a sociedade democrática que o elegeu, antes pelo contrário, podendo, e devendo ser levado, em última instância, à confrontação com a justiça. E é aqui, nesta confrontação, que Portugal tem falhado a toda a prova.


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gargolado por westnelson, em 27.03.13 às 11:35 link do gargol | | favorito

Ambas as situações estão, à vista de todos, cheias de ilegalidades, ainda que feitas debaixo da alçada da lei (?), pois nem tudo o que é "legal" é moralmente correcto. Assim, estas nomeações, numa altura em que se devia começar a dar mais importância aos cortes com a despesa do estado e das próprias autarquias não é admissível que se façam este tipo de contratações, ainda para mais para ocupar cargos que até aqui não existiam e que para nada servem.

Se o governo criasse o ministério da Cultura - e hoje comemora-se o Dia Mundial do Teatro - e, a autarquia da Nazaré um pelouro para o turismo - é inaceitável que uma terra que viva essencialmente do turismo não tenha um pelouro próprio quando tem um executivo de sete elementos e metade não faz nada e nem sequer sabem o que lá estão a fazer além de receber o ordenado ao fim do mês -, assim já eram coerentes as nomeações começavam a fazer sentido, mas, com as pessoas correctas, quero dizer, com as pessoas formadas ou com entendimento prático nas matérias atrás mencionadas.

 

"Nomeações há muitas... seus palermas!" Há pouco é quem trabalhe!

Bem-vindos a Portugal!; Bem-vindos à Nazaré!

 

Já agora, pedíamos ao edil da Nazaré para, arranjar um tempinho e, responder à missiva que lhe foi enviada. Desde já aqui fica o obrigado dos munícipes do Concelho da Nazaré.


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gargolado por westnelson, em 22.03.13 às 19:53 link do gargol | | favorito

Porque a poesia também pode ser um documento da actualidade, um modo de intervenção, uma maneira de analisar o que nos rodeia e que é da esfera do mundo real, hoje, no Dia Mundial da Água, tendo como pano de fundo a luta travada contra um executivo camarário que teima em privatizar a exploração da distribuição das águas da Nazaré e do saneamento básico, no mínimo por trinta anos, para que outros lucrem com aquilo que é estruturalmente essencial a uma comunidade, sabe-se lá com que consequências – boas não são de certeza –, onde, provavelmente, haverá aspectos desta negociata do desconhecimento da maioria da população, que apenas beneficiará quem o faz, deixando os munícipes em maus lençóis. Isto não é defender a causa pública para o qual foram eleitos – antes pelo contrário!

Saiba mais sobre a negociata que o senhor Antunes quer, a todo o custo levar a bom porto mau porto. Bem-vindos à Nazaré.

 

Antunes e seus discípulos

a nossa água querem dar

para outros lucrarem

e nós ficarmos só a ar.

 

De hidrogénio são dois átomos,

o oxigénio é um só,

é a composição da água

a formula é H2O.

 

É disto que se trata,

tão simples como água,

é o que nos querem tirar

para ficarmos com nada.

 

A água já evapora,

o processo já está a ferver

para outros enriquecerem

e o Antunes satisfazer.

 

Por agora vou terminar...

Senhor Antunes e companhia,

não sejam hipócritas em demasia,

escrevam lá na sebentinha,

ponham tudo, tudo, no papel,

para nas autárquicas de Outubro

o povinho poder [em consciência] votar.


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gargolado por westnelson, em 15.03.13 às 13:29 link do gargol | | favorito

Depois de um independente que se julga ser mas que não o é, e com o rabo preso, nomeadamente a este último executivo, por ventura o pior dos últimos vinte anos de governação PSD, surge agora, um outro senhor da política local com muita culpa no cartório do registo predial das obras prometidas e da dívida da autarquia nazarena a querer, também ele, ser cabeça de lista para as autárquicas do próximo Outono. Peço desculpa pela gralha. Passo a explicar: Não é ele que quer formar uma lista à CMN, são “as muitas pessoas dos vários sectores da população Nazarena que o vão empurrando para tal situação”, para ele deveras incómoda, já se vê!

Resta saber, se essa lista for para a frente, como se vai chamar esse movimento político concorrente às autárquicas de 2013? Podia ser “Independentes II ou B”; ou, “PSD II ou B”; qualquer coisa neste sentido, um qualquer serviria, sendo que, de independentes nada têm, tendo como base a condição do cabeça de lista. Ser uma segunda equipa, ou mesmo uma equipa B do PSD, era bastante mais credível do ponto de vista ideológico do mentor do projecto político em causa. Mas, sabemos que, “se as pessoas fizerem muita força” e essa lista for avante, nada disto será minimamente possível. O que se lembrarão de fazer será algo do género: “Movimento Cívico Defensor dos Nazarenos”; ou, deixa ver, “Movimento dos Cidadãos Descontentes da Nazaré” – em ambos os casos MCDN. Ainda querem melhor? Arre chiça que são exigentes!

 

Mas, atenção que, seja qual for o nome do movimento que “a pedido de muitas famílias” querem levar o actual número dois deste desastroso executivo (ou será número três?) à candidatura como cabeça de lista, uma coisa é certa, nunca, mas nunca, mesmo, terá condições, tal como o “outro” independente, para assumir um claro corte com aquilo a que se pode chamar de políticas de continuidade apostadas na desgraça nazarena, tudo porque dela fizeram parte no passado, tudo porque a vossa assinatura e o vosso voto está metido em tudo o que levou a Nazaré a estar como está – com o recorde da maior onda surfada! – mas esta não foi na Praia do Norte, esta é a maior onda surfada mas do tamanho de mais de 50 milhões de euros levando a que cada munícipe do concelho e cada criança agora nascida e registada no cartório do registo civil da Nazaré tenham automaticamente de surfar uma onde de quase 4.000,00 €, se não for mesmo mais nesta altura em que já se fala em perto de 60 milhões de divida da autarquia Nazarena. Meus senhores, isto tem de acabar, Não chega já uma onda deste tamanho? Ainda querem um recorde maior? Para onde vamos? Sabem responder a isto?! A única mudança possível é o corte radical com o passado e para isso há uma solução, um projecto que não o da continuidade.

 

Bem-vindos à Nazaré!


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gargolado por westnelson, em 13.03.13 às 04:13 link do gargol | | favorito

O suposto independente – que é tudo menos isso, antes pelo contrário, que, a par de outros já passou praticamente por todos os quadrantes, de norte a sul, de cima a baixo, e até da esquerda p'ra direita – está a pedir a quem vai ao seu “estabelecimento comercial” preencher as papeladas “vindas directamente da Tailândia” para entregar ao fisco – nomeadamente aos “Tonhe  Tábuas”, às “Mari’s Engrácias” e a outras pessoas que não pescam nada daquilo – para assinarem uma folha onde já constam alguns nomes (?) em como se comprometem (?) a pôr a cruzinha à frente da sua “fetegrafia” em Outubro. Em troca não leva absolutamente nada, nem sequer “um par de botas”, por preencher os formulários. Sabem como se chama a isto? Chama-se descaramento, ou, comprar votos com registo e aviso de recepção. Aí cagão! (já o Raul dizia em “tempes”). Na realidade isto vale o que vale, ou seja, nada. Apenas compromete as pessoas que, por algum motivo, se sintam mais vulneráveis (e que não tenham tal intenção) perante os outros em caso de divulgação pública dessa lista. Mas, em todo o caso, se o “independentezinhe” resolver jogar baixo e divulgar a lista publicamente, as pessoas que lá estão e que, mesmo assim, não se revêem com a sua maneira de fazer politiquice, podem sempre alegar que, fizeram a vontade ao homem só para ele se sentir importante e, acima de tudo, para obterem os formulários prontinhos a entregar nas finanças a custo zero – Haja paciência para estas politiquices da treta!

 

“Independentezinhe” – Termo nazareno para designar pessoas que conseguem, ou melhor, conseguiam... ou conseguiram (em tempos), “escrever” com as duas mãos ao mesmo tempo e, ainda por cima, coisas diferentes sem que os outros se apercebessem logo à primeira. Tudo isso levados pelos caciques instalados, os do costume, claro, a troco daquilo que não sabemos descrever por ser demasiado complexo para mentes normais.

 

“Mentes normais” – pessoas que pensam por elas próprias e que, acima de tudo, além de não serem facilmente influenciáveis, não são corruptas.

 

Tudo o que atrás está escrito partiu de uma mente normal tendo ainda a salientar que, toda e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência, tratando-se apenas de um texto escrito para divertimento de quem o lê.

Já agora, conhecem aquele gesto à hang-loose? Façam-no agora à frente do nariz!


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gargolado por westnelson, em 11.03.13 às 19:15 link do gargol | | favorito

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gargolado por westnelson, em 06.03.13 às 23:06 link do gargol | | favorito

Gota a gota a água que se esgota…

 

Sabemos um rio, também um rosto
E da pálpebra gota que se solta.
É o corpo inteiro, é estranho mosto
Que corre para o mar e já não volta!

 

Esse bem que nos molda e nos dá gosto
Pode nunca ter cravos na revolta,
Se continuar assim descomposto.
Mas então, seremos nós a sua escolta.

 

E se alguém pensa que tudo nos tira,
É tempo de pensar quem tudo pensa
Que aqui pensamos em lutar.

 

Pelos aromas que a terra respira.

A nossa força fará diferença!
Esse rio, esse rosto vão voltar.

 

E se alguém pensa que tudo nos tira,
É tempo de pensar quem tudo pensa
Que ainda não está lida a sentença
E que ao povo a água ninguém retira.

 

Hélder Rodrigues


Água contaminada

A privatização do negócio da água é uma catástrofe anunciada.






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gargolado por westnelson, em 02.03.13 às 04:15 link do gargol | | favorito

Como é possível alguém dizer que se retira de um projecto – por não se rever nele – sem que dele alguma vez tenha sido parte integrante?

“Nem sombras!”

Quem souber explicar isto, agradecia. Sou todo ouvidos!

 

 

Para isto tu não prestas,

para isto não foste convidado,

agora dizes que não queres

mas já tinhas sido afastado.

 

É mau cuspir no prato onde se comeu,

no passado foi o que aconteceu;

Pior ainda, comer no prato onde se cuspiu,

está-se mesmo a ver, é o que está acontecer.

 

Mas destes já nós estamos fartos,

nem sequer vêem que estão a mais,

ainda assim, insistem em aparecer,

arre chiça que é demais!


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gargolado por westnelson, em 26.02.13 às 01:38 link do gargol | | favorito

Um presidente de câmara que termina o mandato em 2013 quer privatizar a todo o custa as águas públicas do concelho hipotecando, no mínimo, o que resta da actual e vindoura geração, se é que não já está tudo hipotecado há muito tempo pela péssima desgovernação de duas décadas de promessas. Não bastava já o buraco social e económico-financeiro criado, que ainda vai ter de aumentar para o máximo taxas e impostos autárquicos à pala das “ajudas” que em nada ajudam a resolver os problemas da má gestão que o executivo PSD infligiu a esta vila.

Bem-vindos à Nazaré.


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gargolado por westnelson, em 15.02.13 às 01:46 link do gargol | | favorito

Este é um discurso que o Presidente de Câmara Municipal da Nazaré fez em Abril de 2009, a menos de meio ano para a realização de eleições autárquicas.

Penso que este discurso deverá ficar nos arquivos da história do concelho da Nazaré não só pelo seu conteúdo mas, também, pelo que ele simboliza. O ser humano tem muitas virtudes e defeitos. Por muito que os oculte a História, um dia, encarregar-se-á de classificar os actos e as consequências dos mesmos.

Divulgo este excerto para que não se cometam os mesmos erros do passado.

Por mim já chega de tanta promessa e mentira. Do mesmo lado da barricada virá quem queira transmitir uma ideia de seriedade e de distanciamento com o passado cabe a cada pessoa perceber se estão a ser bem guiadas ou se o concelho em que habitam se está a distanciar de padrões de desenvolvimento que ambicionamos, há muito. Na condição de munícipe e autarca local não me resta aguardar, serenamente, que a restante população tire as suas conclusões e que caminhe rumo a novos projectos porque os actuais transpiram, para além de desgaste natural, uma total inaptidão para resolver a actual situação autárquica que é, absolutamente, aflitiva. Para bem de todos espero que todos busquem um concelho melhor.

Para ouvir e refletir...



in Mar à Pedra


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gargolado por westnelson, em 30.01.13 às 14:47 link do gargol | | favorito

Avisam-se todos os senhores automobilistas que a estrada para o farol encontra-se congestionada. Aconselham-se a deixarem as suas viaturas no parque de estacionamento junto ao campo de futebol da Nazaré, nos parques do Sítio ou a apanhar os transportes públicos, nomeadamente o Comboio Turístico da ACISN ou a Urbana que, de hora a hora, “dropa” aquela espécie de estrada até ao farol, para que possam ver com todo o conforto e despreocupação o grande GMAC apanhar as maiores ondas do mundo.

 

Se forem pelo lado do Parque Atlântico aproveitem para ver as “ruínas do CAR Surf” recentemente construídas, isto, enquanto não o enlatam à imagem de outras conservas seculares. De notar que, para isso, terão de levar uma moedinha de 1€ para o bilhete da entrada que, dará direito, também, ao acesso à exposição sobre as ondas da Praia do Norte, o Forno D'Orca e, fauna e flora circundantes.

Devem deixar aí as viaturas caso desçam até à Praia do Norte para ver o aparato aquático ou então façam-se acompanhar de um todo-o-terreno, cavalo, burro, bicicleta TT ou às costas de algum otário para ver se não ficam a meio do caminho a empachar quem aí se desloque.

 

Informa-se ainda que, o estacionamento junto do farol encontra-se condicionado, portanto, à pinha e neste momento já o grande arrais nazareno fez aprovar “sozinho por unanimidade em tempo recorde” a implantação de parquímetros – adquiridos em quinta mão por ajuste directo para pagar ao fornecedor daqui a 2500 dias –, para angariação de verbas para o projecto North Canyon. Esta decisão foi ratificada em assembleia municipal extraordinária marcada com carácter de urgência e com tema único em discussão, com os votos a favor da bancada da maioria mais o voto do presidente da junta de Famalicão e com os votos contra da bancada do PS, CDU e BE – tudo na mesma manhã! Sabe-se ainda que, enquanto a multidão está entretida a ver o aparato na água, a mão-de-obra disponível nos vários serviços da CMN, incluindo a Nazaré Qualifica, está neste momento a instalar um parquímetro por viatura estacionada no local. A PSP já fez deslocar para o local um batalhão de escriturários fardados de bloco em punho para começar de imediato a passar as respectivas coimas por falta de pagamento do estacionamento. Fiquem os senhores automobilistas descansados que, estes agentes vão munidos de maquinaria própria para que possam cumprir a lei das finanças e entregar aos que pagarem no local as multas de estacionamento uma factura válida para incluir no IRS.

 

Já estava tudo estudado, afirma o responsável da autarquia pelo trânsito, placas, sinalética, alvarás e afins. Numa primeira fase ganha o estado com as coimas, numa segunda fase, mas imediata, ganha a NQ com o pagamento do estacionamento via moedinha, numa terceira fase, está garantido, as ruínas do CAR Surf serão concluídas com essas verbas adquiridas e, ainda, numa quarta fase, o Farol levará uma intervenção de restauro – se o dinheiro já não chegar para muito faz-se um reboco digno de um Pedreiro de 1ª com direito a dois trolhas para ajudar nas fachadas que necessitarem de intervenção.

Assim o Windguru nos ajude! Viva o grande GMAC!


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gargolado por westnelson, em 24.01.13 às 22:19 link do gargol | | favorito

E se o prometido parque subterrâneo da Marginal norte na Nazaré estivesse construído e em pleno funcionamento, como teria sido no Sábado passado?

 

Provavelmente teríamos agora uma praia ou uma piscina subterrânea na marginal, o que não deixava de ser uma atracção turística, com a característica de ter umas quantas viaturas anfíbias a passear por lá. Mas pronto, para o bem e para o mal, ainda bem que em muitos casos, promessas leva-as o vento, se não estaríamos agora a lamentar outra coisa qualquer...


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gargolado por westnelson, em 23.01.13 às 23:53 link do gargol | | favorito

Informam-se todos os residentes na Nazaré que está a pagamento o IRS sobre a pedra do Guilhim até ao fim do Carnaval naquilo que é o seguimento da deliberação imposta pelo governo com o apoio do executivo camarário com os votos a favor do Senhor Presidente por unanimidade.

 

A receita apurada, estimada em cerca de 25% do buraco financeiro do amarelo da Rua d’Avenida – e dito assim até parece nome de um eléctrico das Lisboas – é para tapá-lo a toque de caixa, à pazada e à recoveirada  havia de ser! Serve o mesmo, ainda, naquilo que for o remanescente da aplicação no buraquinho, para “engraxar” a companhia de bebidas alcoólicas, da qual faz parte o famoso whisky “JB 20 anos”, a instalar-se na ALE (Área de localização empresarial) do Valado dos Frades na Nazaré, obra já concluída tendo em conta as contas aos dias de execução que vêm no site da autarquia.

 

IRS, Pedra do Guilhim, Quarta-feira de cinzas… pois... não se esqueçam!

 


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gargolado por westnelson, em 16.01.13 às 04:31 link do gargol | | favorito

Relatório do FMI traduzido para Português by


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gargolado por westnelson, em 12.01.13 às 19:16 link do gargol | | favorito

Não se pode permitir à custa do subterfúgio da criação de alguns postos de trabalho e outros argumentos, válidos ou não – não é isso que está em causa –, aprovar sem olhar a meios alguns empreendimentos – que têm o seu mérito e até lhes devemos tirar o chapéu por arriscar avultadas somas em tempo de crise profunda – cujo investimento é feito de modo menos claro, não pela actuação de quem investe, essa é no sentido de criar riqueza, trabalho, por tanto, mais valia para o concelho, mas pela actuação da própria entidade que devia fiscalizar toda a legalidade do processo tornando-o limpo e inatacável do ponto de vista da sua integração, não ultrapassando aquilo que está estabelecido na REN (carta da Reserva Ecológica Nacional – que ainda não foi aprovada por conveniência do actual executivo e assim continuar na ilegalidade e a tudo permitir), no PROT (Plano Regional do Ordenamento do Território), no PDM (Plano Director Municipal – que ainda não foi revisto no sentido de absorver o PROT e outras alterações há muito exigidas), o POOC (Plano do Ordenamento da Orla Costeira) e observado pela CCDR (Comissão Coordenadora para o Desenvolvimento Regional), no meio que o acolhe para que o próprio investimento não corra riscos futuros, para que ninguém sem excepção aponte a esses investimentos o que quer que seja e não os coloque em causa juntamente com os postos de trabalho. Por tudo isto, a ilegalidade passa a estar nas mãos da entidade tão zelosa do cumprimento do estabelecido nas leis para com os pequenos empresários, e comerciantes, em geral para com os pequenos investidores – onde estão a maioria dos postos de trabalho do concelho – a quem são passadas coimas no cumprimento das normas estabelecidas por pequenos deslizes que, muitas das vezes, em nada afecta a vida seja de quem for, mas que na maioria dos casos transtorna a vida desses empresários colocando muitas vezes em causa o próprio negócio e postos de trabalho inerentes. Sejamos zelosos então para com todos por igual, ou então, aqui já noutra esfera que não a local – mas sim regional e central –, acabe-se com tanta entidade reguladora, porventura, em excesso e cuja burocracia atrapalha em muito o desenvolvimento e que na maioria das vezes se atropelam umas às outras, tudo em nome do ambiente, do espaço a ocupar, disto e daquilo. Não pode valer tudo, nem para o bem nem para o mal – Haja bom senso, portanto. O engraçado no meio disto tudo é que ainda hajam municípios que agem fora da lei em muitas destas situações sem que nenhuma autoridade reguladora lhes consiga aplicar uma pena exemplar. É pena!

Texto original


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gargolado por westnelson, em 10.01.13 às 00:40 link do gargol | | favorito

Agora que decorre o último ano em que o actual arrais está aos comandos da velha barca que vai metendo água por todos os lados, convocamos os nossos amigos a completarem as frases como se vestissem a sua pele durante esta última viagem. Pelo menos nós pensamos que seja a última, mas, nunca se sabe!

As peças do xadrez lá se vão dispondo para a batalha, podendo trazer, ainda, muitas novidades e algumas jogadas menos esperadas.
Assim, e nos entretantos, convidamo-lo... sim você aí desse lado, que agora está a ler estas palavras, a completar as 3 frases como se estivesse agarrado ao leme desta barca meio afundada.



1.Este meu último ano à frente da autarquia...

1.1. Vai superar as expectativas.
1.2. Já não posso ver a câmara à frente.
1.3. É demasiada areia para a minha camioneta.
1.4. Vai ser um sucesso à vista de todos.
1.5. Meu Deus, ainda falta tanto!?
1.6. Estou metido numa camisa de 11 varas!
1.7. Vou aferir a minha qualidade de vendedor ambulante, acho mesmo que tenho o futuro assegurado - Tirei um curso de feirante, como tal, vou treinar vendendo as águas, os lixos, estacionamentos, e, quiçá, a própria CM – vou vender também a gestão do parque subterrâneo da marginal!



2. (N)A minha gestão...

2.1. Está pejada de más decisões.
2.2. Cometi erros, mas já os reparei.
2.3. Tem sido perfeita, sou uma espécie de Mourinho das autarquias.
2.4. Se fosse a exame dava para dispensar à oral.
2.5. É boa porque tem deixado a oposição fula.
2.6. Fui um artista, um verdadeiro mágico - consegui transformar a oposição, e tornar as minhas obras invisíveis.



3. O Teleférico entre a Praia e a Pederneira...

3.1. Vai ficar pronto a tempo da 4ª edição do Zon North Canyon!
3.2. Começa a ser construído após a colocação dos taipais e contentores por alturas da campanha eleitoral!
3.3. É essencial para o transporte dos utentes para o hospital Israelita!
3.4. Começa a ser construído depois da autarquia adquirir os direitos do espaço aéreo da zona com as verbas que havemos de receber do PAEL.
3.5. Uma vez que o site da autarquia o dá como “em construção” não sei como ainda duvidam disso mesmo!
3.6. Essencial para a criação de 13.000 novos postos de trabalho, e para aqueles que vão ser despedidos das empresas municipais!


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gargolado por westnelson, em 08.01.13 às 03:03 link do gargol | | favorito

“Nós [o “Pedro” do facebook e o primeiro-ministro] não somos duas pessoas, eu sou primeiro-ministro e também cidadão.” Pedro Passos Coelho
Primeiro-ministro

Ao tentar explicar-se com esta frase, ainda tendo como pano de fundo a postagem que fez por alturas da quadra festiva do Natal na sua página pessoal do facebook, o primeiro-ministro ao dizer “Nós” logo está a contradizer-se – “Nós” é plural e indica duas ou mais pessoas. Ele devia ter começado a mesma frase com um “Eu”, e depois o resto no singular, “não sou duas pessoas, eu sou o primeiro-ministro e também cidadão.”
O homem anda desnorteado, dizem por aí à boca grande, e, eu acredito que sim. Diz-se mesmo que anda a reboque do que, o bem aceite na Europa - ou não fosse "o infiltrado" da troika -, Vítor Gaspar faz e diz. Deve ser por aí que, inconscientemente, ele deve ter dito “Nós”. Afinal sempre há outro dentro da sua obstinada cabeçorra.


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gargolado por westnelson, em 05.12.12 às 00:51 link do gargol | | favorito

Agora que entramos no último ano do arrais Eng. Jorge Barroso, pelo menos como tal, a luta para tomar de assalto os comandos da barca da autarquia para tentar salvar o que ainda dela resta, onde a madeira se encontra apodrecida e quase sem resistência à ondulação, assume verdadeiro sentido de oportunidade, querer e até de alguma loucura, tais são as dificuldades que se irão encontrar para levar a bom porto esta embarcação meio a flutuar, meio afundada.

Se de um lado as opções tomadas foram feitas dentro daquilo que era expectável seguindo as orientações estatutárias da casa mãe, sem atritos nem atribulações – uma limpeza –, já do outro lado está mais que visto que para alguns dos caciques da barca velha da autarquia, que lá vai navegando de esguelha e a meter água, convém que as coisas não se modifiquem muito nem saiam da rota daquilo que se vem observando, não digo há quase vinte anos porque, entretanto, as coisas, também, se foram modificando, mas de há uma dúzia de anos de anos a esta parte. Isso vê-se pelas escolhas já feitas e pelas que se irão fazer – está-se mesmo a ver quais são. Tirando os que, de livre vontade, já saltaram borda fora – e que agora vão ter de nadar para terra –, alguns dos outros que agora se vão perfilando para agarrar um remo da barca, também vão ter de saltar e irão ficar a boiar à espera que outra embarcação por ali passe, num “mar de ninguém”. Mesmo assim, não vai haver remos para todos os que lá ficarem, o que poderá trazer algumas divergências internas que, aliás, começaram logo no início do processo de escolha para o candidato a arrais daquela barca.

Os próximos tempos, segundo o WindGuru, prevêem-se de marés bastante mexidas - pelo menos pode ser bom para o Red Bull Mito - com a ondulação a danificar cada vez mais a velha barca de madeira apodrecida. Vai, com toda a certeza, meter mais água, mas "ninguém" está predisposto a agarrar o bartidor (vertedor), antes querem agarrar o leme ou um remo, e esquecem-se que, se não tirarem a água que teima em entrar pelas aberturas que deixam expostas as amuradas da embarcação, vão afundar antes de chegar a terra. Amen!

 

[post original]


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gargolado por westnelson, em 01.12.12 às 13:05 link do gargol | | favorito

É no terreno que se vai conseguir ganhar esta batalha, mas, quem o quiser fazer vai ter de se guiar pelos mapas onde estão devidamente assinaladas as minas que os actuais caciques estão a deixar por toda a parte. Vamos ter de fazer uma desminagem do terreno e, logo de seguida, começar a construir a partir do nada, porque nada há. Apenas houve as promessas feitas no passado, que, em nada contribuíram para o desenvolvimento da terra, obras vãs que nunca passaram - das reuniões de estratégia politico-eleitoral - para o terreno. O tempo da mudança começou. O tempo de mudança é agora.


Mudam os tempos, mudam-se as vontades... Não deixes que ele te passe por entre os dedos sem que o consigas agarrar.

 


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gargolado por westnelson, em 30.09.11 às 20:00 link do gargol | | favorito

A Apple tem o iPod o iPhone e o iPad, a Madeira, por inerência, Portugal, tem o iDiota


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gargolado por westnelson, em 05.09.11 às 23:56 link do gargol | | favorito

A Seguir ao Edital 37 vem sempre o Edital 38... e tal como se previa, aconteceu! Ainda por cima os preços já estavam a ser praticados desde 8 de Agosto. Ainda querem melhor consulta e discussão pública?
Edital 38 de 2011 Da CMN


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gargolado por westnelson, em 26.08.11 às 23:41 link do gargol | | favorito

As novas tabelas do Ascensor e transportes urbanos de passageiros são o objecto da próxima reunião de câmara extraordinária para, supostamente, discutir o agravamento dos respectivos preços. De notar que este agravamento esteve em discussão pública mas a reunião extraordinária, tal como consta em edital, não será pública. Não faço a mínima ideia o que quererá isto dizer, mas à primeira vista é uma incongruência um assunto que esteve em discussão pública - também não sei como, em que mail, em que sessão de esclarecimento público, em que balcão ou como -, a sua derradeira e definitiva sessão antes de entrar em vigor, não ser pública. Prevejo, também, que tendo como início previsto as 10h30 do próximo dia 29 de Agosto, segunda-feira, o seu términos seja às 10h35, no máximo, com todos os pontos preços aprovados por unanimidade.

Se estiver aqui alguma informação que não seja correcta, seja por ignorância minha ou outro qualquer motivo, sinta-se livre de me rectificar. Fico agradecido. Desde já o meu obrigado! Edital Reunião Extraordinária da Câmara


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gargolado por westnelson, em 11.08.11 às 03:53 link do gargol | | favorito

Por HenriCartoon

Num país onde as redes sociais servem para tudo - para o bem e para o mal -, o sadismo de alguns vem à tona com uma facilidade incrível. Onde antigamente se faziam declarações ao país - na RTP1 em directo - agora é melhor usar as redes sociais. Ainda assim, trata-se de uma evolução da escola do abstracto "não comento". Assim, sempre o povinho aceita melhor os açoites (porque a culpa é dele) e as enrabadelas sadomasoquistas descaradas à cara podre!




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gargolado por westnelson, em 28.07.11 às 23:38 link do gargol | | favorito

Na terça-feira, 26 de Julho de 2011, os encarregados de educação dos alunos apanhados na malha da transferência da Escola Amadeu Gaudêncio para o Externato D. Fuas Roupinho, reuniram-se para debater o assunto num bar da Nazaré por recusarem reunirem-se numa das salas da escola. Trata-se de uma questão de liberdade de escolha que não está a ser respeitada num país livre e democrático. Ninguém pode ser obrigado a ir estudar para uma escola quando se está matriculado noutra. De salientar o incompreensível silêncio do director do Agrupamento de Escolas da Nazaré e a bipolaridade do chefe do executivo da Nazaré, que querendo agradar a Gregos e a Tróianos não ajuda em nada, antes, pelo contrário.


Muita tinta já correu, e ainda há-de correr sobre este assunto [+mais] ao qual, desde já, dou o meu total apoio aos pais e aos alunos. Não se trata de apoiar uma escola em detrimento de outra, nada disso. Trata-se, sim, de apoiar as escolhas de uma comunidade feitas livremente e num país livre. Contudo, os pais dos vinte alunos não aceitaram reunirem-se na escola e equacionam vir a tomar algumas medidas radicais. A primeira foi reunirem-se num bar da Nazaré com vista para o Porto de Abrigo. Pois meus amigos, foi uma má opção mas, diga-se, bastante radical como se propunham. Sempre puderam contar com o patrocínio do bar, colocando à sua disposição o espaço para a reunião. Como não há ponto sem nó, o negócio naquela tarde deve ter sido bastante mais lucrativo. Na escola não havia nem água com gás fresca com sabor a tremoços nem mines! Na verdade teriam tido mais visibilidade se tivessem reunido no sítio mais in do momento esta semana, pelo menos até à maré de Lua – A Praia Nova. Não teriam as mordomias de uma bebida servida à mesa, mas de certeza que teriam uma vista extraordinária com o acrescento de poderem ter ido de fato de banho para uma mergulhaça, a confraternização teria sido mais aberta e o radicalismo da ideia mais arrojado.
Há assuntos que, além de sérios demais, caso os queiram levar assim, têm de ser tratados nos locais próprios, até por uma questão de obrigar à vínculação da própria escola, na pessoa do seu director, a uma tomada de posição. Não é num qualquer bar da praia que o vão fazer de certeza absoluta, ainda para mais longe da vista e do coração do Professor Jorge Sousa.


Em última análise e em tom de remate deixem-me dizer que, por vezes, tomadas de posição radicais – dependendo da posição que se ocupa no seio de uma luta – no sentido de apoiar uma parte numa contenda, pode levar em último recurso a uma (auto)demissão. Em vez disso, fica-se muito bem calado à espera que passe a tempestade. À espera que passe a tormenta ficam, também, aqueles que com posições ambíguas dizem não concordar com a imposição da DREL e depois nada fazem para a contrariar porque têm a certeza que não adianta lutar.

 

A luta vale sempre a pena, seja ela feita de fato de banho numa praia qualquer, num bar com vista para o mar, ou no local mais apropriado para serem levados mais a sério. Lutem camaradas, lutem, porque sem luta as imposições tornam-se uma moda. Já dizem os 'Homens da Luta' - "Camaradas, pá... a luta é alegria!"


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gargolado por westnelson, em 25.07.11 às 22:31 link do gargol | | favorito

Com a medida de Assunção Cristas no seu ministério, denominada “Ar Cool”, já se nota a descida da factura da energia eléctrica. Daqui depreende-se que, em pleno verão, se toda a gente fosse para o trabalho em fato de banho não se perdia nada, ganhava-se ainda mais na poupança de energia e reduzia-se mais a pegada ecológica daquele ministério. Assim, não só os homens podiam colaborar ainda mais, uma vez que o alvo é as gravatas dos senhores, como também as senhoras, já de si mais libertas no que à indumentária toca, poderiam colaborar na redução da despesa pública daquele ministério. A Ministra só não tomou ainda essa medida porque, segundo se sabe, ela própria anda um pouco acanhada por se encontrar a fazer reclame à lixívia, ainda para mais agora que acumula 3 pastas e nem tempo tem para se coçar, quanto mais apanhar sol.

Por alturas da medida “Ar Cool”, a universidade Católica em Lisboa criou regras para funcionários, alunos e professores que vão no sentido inverso da redução da pegada ecológica(!) e descabidas para os tempos que correm. Não estou a dizer que podem ir de qualquer maneira, mas proibir as pessoas de se vestirem normalmente, como se daí viesse mal ao mundo e ainda por cima pede a todos para que classifiquem a maneira dos outros vestirem para se acharem no direito de os repreender caso não achem que estão dignos... o que é isto?! Ou seja, a hipocrisia chegou à universidade dos tempos modernos e quem for apanhado de calções, chinelos, t-shirt, fato de treino, mini-saias ou com decotes mais arrojados, estão a prevaricar na conduta exigida. Assim, passo a citar os três pontos do documento apresentado e datado de 30 de Junho de 2011:

  • 1. Todos os funcionários, professores e alunos se devem apresentar na universidade com formas de vestuário dignas e convenientes, adequadas ao local de trabalho próprio de uma universidade e de uma instituição da igreja;
  • 2. Modos de trajar e formas de apresentação próprios de locais de lazer e de desporto não são adequados na universidade;
  • 3. Todos os responsáveis pela salvaguarda do ambiente e da imagem da universidade nas suas instalações e no espaço do campus universitário, devendo chamar a atenção dos que se apresentarem de maneira imprópria.


O melhor é começarem a pensar na transformação da Universidade católica num Seminário e, já agora, pensem também num anexo para um Convento.
Enquanto isso, o gabinete de cristas, enquanto elas mais levantadas estiverem, melhor! Só é pena mesmo, a Srª. Ministra não poder ir de fato de banho sem levar o carimbo de “PUB”!






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