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gargolado por westnelson, em 17.05.13 às 22:19 link do gargol | | favorito
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gargolado por westnelson, em 15.05.13 às 17:34 link do gargol | | favorito

No mau jornalismo, como quase sempre faz, entre outros, o Correio da Manhã, as parangonas chamadas à primeira página em vez de dar uma indicação sobre o tema ou notícia em destaque abordada mais à frente, faz o inverso, influenciando logo aí opiniões sem que a notícia em si valha alguma coisa. O sensacionalismo vale para estes periódicos, onde o que interessa é vender e influenciar o modo como as pessoas agem e opinam perante as situações apresentadas, prestando assim um mau serviço à comunidade. Não é por acaso que se diz que o maior formador de opiniões é o jornalista – quais comentadores políticos, qual quê. Esses perante um jornalismo bem elaborado dentro dos parâmetros atrás descritos, são uns rapazolas com a vida pela frente. Ainda assim, e depois da parangona e o respectivo título na página indicada já ter formado a opinião do leitor, quando este arranja coragem para ler a notícia até ao fim, nada leva a indicar que essa notícia siga o caminho correcto vindo de um jornal como este, onde, se bem amassado, sangra até mais não. Muitas vezes as coisas são feitas sem ética e sem respeito pela vida humana. Se o título que dá início à notícia é, normalmente, igual à parangona da primeira página, esse mesmo título, também, muitas vezes, ainda faz pior, embrulhando por completo a notícia em papel celofane – mesmo que se consiga tirar dali alguma coisa o barulho da parangona e do título vão fazer com que esta já não importe mais, pois a opinião já está formada.

 

Foi o que aconteceu ontem com na primeira página do Correio da Manhã. A “Onda da Nazaré” é uma designação já de si infeliz: Afinal a Nazaré tem muitas ondas e muito mais perfeitas que a maioria das ondas da Praia do Norte, a praia onde foram buscar este título, sendo a mais poderosa, ou não tivesse o título da maior onda do mundo surfada com registo fotográfico. Temos ainda a onda mais perfeita duma praia na Nazaré – a onda da praia do Sul, mesmo logo a seguir ao molhe sul do porto de abrigo, sendo que, a mais perfeita se situa na zona oposta à praia do norte para o lado da vila ao longo do promontório – mas, nem sempre aparece. A Nazaré tem muitas ondas, meus amigos. Mas, a onda da Nazaré que matou um casal de idosos não foi a poderosa onda na Praia do Norte, onde, apesar dos efeitos do “Canhão da Nazaré”, por vezes o mar nem se mexe – tem dias –, a onda que provocou o incidente foi a da praia da vila, também ela poderosíssima, que, às vezes está, também ela, como a lama - nem se mexe. Mas, o casal morreu, coitados. Ninguém os mandou para lá, o mar já lá estava, assim como placas de aviso em várias línguas por toda a praia prevenindo os mais incautos da perigosidade até porque nesta altura do ano, fora da época balnear, nem sequer há vigilância. As condições para se ir tomar banho ou simplesmente molhar os pés depende do estado do mar, mas não só; depende, também, do cuidado que se tem, do conhecimento da zona, enfim, depende de muita coisa, até da sorte, como em tudo na vida.

Só uma nota para o Correio da Manhã e para quem fomentou “o mito da Onda” – Essa onda não é nenhum monstro que aparece ou é avistado a horas quase sempre certas como o monstro do lago Ness na Escócia. Aqui, como em quase toda a parte com mar, o set normalmente vem com mais ou menos ondas – habitualmente são mesmo sete – e não são monstro nenhum, mas tem de se ter respeito por elas, e, acima de tudo, saber o que se faz e até onde se pode ir – cada um tem o seu limite, coisa que a natureza não sabe o que é.

 

Para a próxima temos de pedir para colocarem na praia, em vez de pequenos avisos, meia dúzia de outdoors com os devidos alertas. Afinal o mar mata em qualquer parte do mundo e há gente que não sabe disso. Há ainda aqueles que se aproveitam da infelicidade da criação de uma Onda, como se de uma obra de arte se tratasse para tirar proveito e vender jornais. Quando do recorde, não homologado, em 28 de Janeiro de 2013,  ninguém se queixou da divulgação a nível mundial da "Onda da Nazaré" - contra mim falo -, agora que morreu gente, mais uma vez, já não convém nada ter uma onda com trinta metros - é mau para o turismo tradicional. É com esse turismo que teremos de ir vivendo, se entretanto não o estragarem, pelo menos enquanto não souberem o que fazer com a "Onda da Nazaré" que é na Praia do Norte.


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gargolado por westnelson, em 15.05.13 às 17:27 link do gargol | | favorito

... tendo em conta o post anterior, basta ir ao Mar à Pedra no post "A Mentira Não Pode Correr Mais que a Verdade" para que as mesmas se desfaçam. Enquanto houver mentirosos na política, ou politiquices alimentadas por mentiras e mentirosos, não chegaremos a lado nenhum!


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gargolado por westnelson, em 14.05.13 às 19:14 link do gargol | | favorito

Depois de ter tomado conhecimento sobre este comunicado, digna demonstração do tipo de política que estes senhores do PSD Nazaré estão habituados a fazer, uma política de mentira e de desestabilização por forma a confundir os eleitores (e baixar o nível do debate), só tenho a dizer que, além de pulhice – para citar um camarada meu, que muito me orgulho em ter como amigo –, é apenas a demonstração da confusão que vai naquelas cabeças, que não tendo ideias para esta terra em favor dos munícipes, fazem agora a apologia do mais baixo que se pode ser enquanto político. Afinal, o PSD, neste comunicado – mal escrito, curto, grosso e do mais mentiroso que já pude ver até hoje a este nível –, na pessoa do presidente da concelhia da Nazaré, não faz mais que trocar de protagonistas em relação à tomada de posição desde o início do processo da luta contra a privatização das águas da Nazaré e saneamento básico. É aquilo a que se chama uma política esquizofrénica que já não sabe às quantas anda. Parece que no PSD da Nazaré anda tudo confundido.

A verdade dos factos é do conhecimento dos munícipes da Nazaré e, ainda assim, se alguém estiver por fora dos acontecimentos basta tomar conhecimento sobre as posições que o PS Nazaré vem tomando ao longo deste processo, sempre contra a privatização do que é público. Pelo contrário, o Presidente da Câmara, eng.º Jorge Barroso, e o PSD Nazaré, esses sim, fizeram uma tentativa clara de privatizar um bem estruturante e essencial à vida de uma comunidade com uma aprovação inicial por unanimidade no executivo nazareno e uma avassaladora votação a favor da maioria (mais um*) na assembleia municipal com os votos contra de toda a oposição (menos um*). Então, onde está a verdade? Depois do que se está a passar só me apetece chamar a esta gente nomes feios, mas, pelo esquizofrénicos e mentirosos me fico, porque ir mais longe era descer ao nível que estes senhores querem fazer baixar o debate com todas estas mentiras. Como é possível haver tanto descaramento para se estar na política desta forma? Tanto GPS avariado, graças a Deus... usem uma búsula!


* esse “um” há muito que não conta, para não dizer outra coisa!


COMUNICADO RESPOSTA PSD MOÇÃO ÁGUA EM AM - 13 MAIO 2013 by West Nelson


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gargolado por westnelson, em 12.05.13 às 17:23 link do gargol | | favorito

A coisa que mais irrita na actual gestão do município da Nazaré, assim como em tantos outros, independentemente da cor política, é terem quatro anos para irem resolvendo os problemas e outras situações, e, quando se chega à recta final, por pura propaganda eleitoralista resolverem fazer alguma coisa de proximidade ao munícipe, tantas vezes reclamada, mas, de forma apressada, forçada e até aldrabada, ou seja, de um modo provisório, para depois poderem dizer, "aqui del rei fizemos obra!" Idiotas!


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gargolado por westnelson, em 07.04.13 às 18:08 link do gargol | | favorito

Um documento analítico da condição da empresa municipal Nazaré Qualifica elaborado por Orlando Rodrigues pertencente ao Secretariado do PS Nazaré.

Para se poder compreender melhor toda a discrepância existente entre o que é e para o que está a servir esta empresa, sem que haja intervenção analítica de terceiros basta comparar o orçamento e plano de actividades desta empresa para 2013 e os estatutos da mesma.

Análise Nazaré Qualifica by PS Nazaré


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gargolado por westnelson, em 29.03.13 às 22:03 link do gargol | | favorito

Sabe-se, de um modo geral, não sendo taxativo, que as candidaturas independentes às autárquicas são usadas sobre tudo por pessoas que, por qualquer motivo, ficam fora das listas dos partidos. Por mais ideologia partidária que haja dentro de cada um desses independentes, exorcizam os seus passados absorvendo e até lutando pelo sentimento antipartidário que em parte se instalou na nossa sociedade. Contudo, ser “independente”, ou querer parecer que o é, já é, de alguma forma, tomar partido.

 

As ideologias partidárias que não têm de ser rígidas, quero crer que não o são, mau seria se o fossem e cada vez menos o são – estou convencido disto – até porque quem não evolui neste sentido fica fora do seu tempo e a viver do passado que em nada favorece quem dali comunga e a quem raramente serve – a população. Ainda assim, o filão do candidato independente, com ou sem passado político, é quase sempre explorado de um modo quase esquizofrénico ao ponto de, fora do alcance e do seguimento de uma ideologia, poder descambar por caminhos anormais a uma sociedade democrática em que o candidato é soberano sobre todas as suas opiniões que poderão chegar ao ponto de ser antidemocráticas e até homofóbicas, não abrindo a política à sociedade – o que é um contra-senso –, apenas promovendo as figuras de topo de tais listas independentes. Não quero com isto dizer que é o que normalmente acontece, mas que acontece em muitos casos, disso não tenho dúvidas. Mas, a maior brecha numa candidatura deste género é a grande falta de coerência entre as opiniões sobre os mesmos assuntos em determinados períodos temporais bastante curtos, inferiores a um período autárquico – se isto acontece com alguns políticos dentro dos próprios partidos, muito mais facilmente acontece fora deles. Uma situação destas só é aceitável se por qualquer impedimento legal ou prático for impossível seguir em frente com o que estava inicialmente previsto. O que interessa na essência de um projecto autárquico sério é trabalhar obedecendo a um rigoroso programa, entretanto sufragado pela população, para benefício desta, e não depois de eleito e designado para uma tarefa andar a mudar de opinião como quem de camisa troca diariamente. O trabalho resulta se tiverem objectivos bem definidos pelos quais se possam orientar, levando a bom porto o desenvolvimento dos projectos para bem da população e do concelho para o qual foram eleitos. É aqui que é necessário estar atento aos desvios, para além do aceitável, das ideias com elevado índice de falta de bom senso.

 

Aliás, um autarca tem sempre, mas sempre, mesmo, de defender a causa e a gestão pública de tudo que a uma entidade destas diz respeito, não alienando bens do erário público por o dá cá aquela palha em proveito próprio de outros ou mesmo em prol de interesses obscuros que não consigam ser explicados de modo convincente. Um indivíduo que age assim, não está predisposto para a sociedade democrática que o elegeu, antes pelo contrário, podendo, e devendo ser levado, em última instância, à confrontação com a justiça. E é aqui, nesta confrontação, que Portugal tem falhado a toda a prova.


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gargolado por westnelson, em 25.03.13 às 00:23 link do gargol | | favorito



Na passada Sexta-feira, 22 de de Março, foi apresentada uma produção da nazareTV no teatro Chaby Pinheiro no Sítio da Nazaré sob o tema "Desastre do Elevador: 50 anos depois". A projecção do documentário sobre a queda do ascensor no fatídico dia 15 de Fevereiro de 1963 foi uma organização da própria nazareTV e da Biblioteca da Nazaré.

Da minha parte quero deixar os parabéns a todos os envolvidos no projecto e a todos os que nele acreditaram, e, claro, um agradecimento especial a uma das pessoas que mais tem feito pela Nazaré do que aquilo que lhe é reconhecido - ou se é, ainda assim, não lhe é dado o devido valor.

Para abrir o apetite aos que não estiveram na apresentação do filme, deixo aqui aquilo a que se poderá chamar um trailer, já com algum tempo e, provavelmente, até do conhecimento de muitos, mas, mesmo assim, um aperitivo interessantíssimo para suscitar a curiosidade a quem tiver interesse na nossa história. Vale a pena, sem dúvida, por tudo o que significa. Um documento histórico e cultural - que marcou indelevelmente muitos dos filhos desta terra -, que, ao que parece, não teve direito à visibilidade que outros tiveram. Mas isso são outras histórias para contar e, quiçá, reparar noutras alturas, noutros moldes, mas com os mesmos protagonistas que lhes dão vida e apoio...



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gargolado por westnelson, em 22.03.13 às 19:53 link do gargol | | favorito

Porque a poesia também pode ser um documento da actualidade, um modo de intervenção, uma maneira de analisar o que nos rodeia e que é da esfera do mundo real, hoje, no Dia Mundial da Água, tendo como pano de fundo a luta travada contra um executivo camarário que teima em privatizar a exploração da distribuição das águas da Nazaré e do saneamento básico, no mínimo por trinta anos, para que outros lucrem com aquilo que é estruturalmente essencial a uma comunidade, sabe-se lá com que consequências – boas não são de certeza –, onde, provavelmente, haverá aspectos desta negociata do desconhecimento da maioria da população, que apenas beneficiará quem o faz, deixando os munícipes em maus lençóis. Isto não é defender a causa pública para o qual foram eleitos – antes pelo contrário!

Saiba mais sobre a negociata que o senhor Antunes quer, a todo o custo levar a bom porto mau porto. Bem-vindos à Nazaré.

 

Antunes e seus discípulos

a nossa água querem dar

para outros lucrarem

e nós ficarmos só a ar.

 

De hidrogénio são dois átomos,

o oxigénio é um só,

é a composição da água

a formula é H2O.

 

É disto que se trata,

tão simples como água,

é o que nos querem tirar

para ficarmos com nada.

 

A água já evapora,

o processo já está a ferver

para outros enriquecerem

e o Antunes satisfazer.

 

Por agora vou terminar...

Senhor Antunes e companhia,

não sejam hipócritas em demasia,

escrevam lá na sebentinha,

ponham tudo, tudo, no papel,

para nas autárquicas de Outubro

o povinho poder [em consciência] votar.


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gargolado por westnelson, em 15.03.13 às 13:29 link do gargol | | favorito

Depois de um independente que se julga ser mas que não o é, e com o rabo preso, nomeadamente a este último executivo, por ventura o pior dos últimos vinte anos de governação PSD, surge agora, um outro senhor da política local com muita culpa no cartório do registo predial das obras prometidas e da dívida da autarquia nazarena a querer, também ele, ser cabeça de lista para as autárquicas do próximo Outono. Peço desculpa pela gralha. Passo a explicar: Não é ele que quer formar uma lista à CMN, são “as muitas pessoas dos vários sectores da população Nazarena que o vão empurrando para tal situação”, para ele deveras incómoda, já se vê!

Resta saber, se essa lista for para a frente, como se vai chamar esse movimento político concorrente às autárquicas de 2013? Podia ser “Independentes II ou B”; ou, “PSD II ou B”; qualquer coisa neste sentido, um qualquer serviria, sendo que, de independentes nada têm, tendo como base a condição do cabeça de lista. Ser uma segunda equipa, ou mesmo uma equipa B do PSD, era bastante mais credível do ponto de vista ideológico do mentor do projecto político em causa. Mas, sabemos que, “se as pessoas fizerem muita força” e essa lista for avante, nada disto será minimamente possível. O que se lembrarão de fazer será algo do género: “Movimento Cívico Defensor dos Nazarenos”; ou, deixa ver, “Movimento dos Cidadãos Descontentes da Nazaré” – em ambos os casos MCDN. Ainda querem melhor? Arre chiça que são exigentes!

 

Mas, atenção que, seja qual for o nome do movimento que “a pedido de muitas famílias” querem levar o actual número dois deste desastroso executivo (ou será número três?) à candidatura como cabeça de lista, uma coisa é certa, nunca, mas nunca, mesmo, terá condições, tal como o “outro” independente, para assumir um claro corte com aquilo a que se pode chamar de políticas de continuidade apostadas na desgraça nazarena, tudo porque dela fizeram parte no passado, tudo porque a vossa assinatura e o vosso voto está metido em tudo o que levou a Nazaré a estar como está – com o recorde da maior onda surfada! – mas esta não foi na Praia do Norte, esta é a maior onda surfada mas do tamanho de mais de 50 milhões de euros levando a que cada munícipe do concelho e cada criança agora nascida e registada no cartório do registo civil da Nazaré tenham automaticamente de surfar uma onde de quase 4.000,00 €, se não for mesmo mais nesta altura em que já se fala em perto de 60 milhões de divida da autarquia Nazarena. Meus senhores, isto tem de acabar, Não chega já uma onda deste tamanho? Ainda querem um recorde maior? Para onde vamos? Sabem responder a isto?! A única mudança possível é o corte radical com o passado e para isso há uma solução, um projecto que não o da continuidade.

 

Bem-vindos à Nazaré!


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gargolado por westnelson, em 13.03.13 às 04:13 link do gargol | | favorito

O suposto independente – que é tudo menos isso, antes pelo contrário, que, a par de outros já passou praticamente por todos os quadrantes, de norte a sul, de cima a baixo, e até da esquerda p'ra direita – está a pedir a quem vai ao seu “estabelecimento comercial” preencher as papeladas “vindas directamente da Tailândia” para entregar ao fisco – nomeadamente aos “Tonhe  Tábuas”, às “Mari’s Engrácias” e a outras pessoas que não pescam nada daquilo – para assinarem uma folha onde já constam alguns nomes (?) em como se comprometem (?) a pôr a cruzinha à frente da sua “fetegrafia” em Outubro. Em troca não leva absolutamente nada, nem sequer “um par de botas”, por preencher os formulários. Sabem como se chama a isto? Chama-se descaramento, ou, comprar votos com registo e aviso de recepção. Aí cagão! (já o Raul dizia em “tempes”). Na realidade isto vale o que vale, ou seja, nada. Apenas compromete as pessoas que, por algum motivo, se sintam mais vulneráveis (e que não tenham tal intenção) perante os outros em caso de divulgação pública dessa lista. Mas, em todo o caso, se o “independentezinhe” resolver jogar baixo e divulgar a lista publicamente, as pessoas que lá estão e que, mesmo assim, não se revêem com a sua maneira de fazer politiquice, podem sempre alegar que, fizeram a vontade ao homem só para ele se sentir importante e, acima de tudo, para obterem os formulários prontinhos a entregar nas finanças a custo zero – Haja paciência para estas politiquices da treta!

 

“Independentezinhe” – Termo nazareno para designar pessoas que conseguem, ou melhor, conseguiam... ou conseguiram (em tempos), “escrever” com as duas mãos ao mesmo tempo e, ainda por cima, coisas diferentes sem que os outros se apercebessem logo à primeira. Tudo isso levados pelos caciques instalados, os do costume, claro, a troco daquilo que não sabemos descrever por ser demasiado complexo para mentes normais.

 

“Mentes normais” – pessoas que pensam por elas próprias e que, acima de tudo, além de não serem facilmente influenciáveis, não são corruptas.

 

Tudo o que atrás está escrito partiu de uma mente normal tendo ainda a salientar que, toda e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência, tratando-se apenas de um texto escrito para divertimento de quem o lê.

Já agora, conhecem aquele gesto à hang-loose? Façam-no agora à frente do nariz!


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gargolado por westnelson, em 11.03.13 às 19:15 link do gargol | | favorito

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gargolado por westnelson, em 09.03.13 às 20:53 link do gargol | | favorito


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Resta informar que esta pérola pertence aos primórdios do actual executivo (cerca de três anos). Por aqui se vê quem nos tem governado há anos a esta parte!


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gargolado por westnelson, em 06.03.13 às 23:06 link do gargol | | favorito

Gota a gota a água que se esgota…

 

Sabemos um rio, também um rosto
E da pálpebra gota que se solta.
É o corpo inteiro, é estranho mosto
Que corre para o mar e já não volta!

 

Esse bem que nos molda e nos dá gosto
Pode nunca ter cravos na revolta,
Se continuar assim descomposto.
Mas então, seremos nós a sua escolta.

 

E se alguém pensa que tudo nos tira,
É tempo de pensar quem tudo pensa
Que aqui pensamos em lutar.

 

Pelos aromas que a terra respira.

A nossa força fará diferença!
Esse rio, esse rosto vão voltar.

 

E se alguém pensa que tudo nos tira,
É tempo de pensar quem tudo pensa
Que ainda não está lida a sentença
E que ao povo a água ninguém retira.

 

Hélder Rodrigues


Água contaminada

A privatização do negócio da água é uma catástrofe anunciada.






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gargolado por westnelson, em 02.03.13 às 04:15 link do gargol | | favorito

Como é possível alguém dizer que se retira de um projecto – por não se rever nele – sem que dele alguma vez tenha sido parte integrante?

“Nem sombras!”

Quem souber explicar isto, agradecia. Sou todo ouvidos!

 

 

Para isto tu não prestas,

para isto não foste convidado,

agora dizes que não queres

mas já tinhas sido afastado.

 

É mau cuspir no prato onde se comeu,

no passado foi o que aconteceu;

Pior ainda, comer no prato onde se cuspiu,

está-se mesmo a ver, é o que está acontecer.

 

Mas destes já nós estamos fartos,

nem sequer vêem que estão a mais,

ainda assim, insistem em aparecer,

arre chiça que é demais!


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gargolado por westnelson, em 26.02.13 às 01:38 link do gargol | | favorito

Um presidente de câmara que termina o mandato em 2013 quer privatizar a todo o custa as águas públicas do concelho hipotecando, no mínimo, o que resta da actual e vindoura geração, se é que não já está tudo hipotecado há muito tempo pela péssima desgovernação de duas décadas de promessas. Não bastava já o buraco social e económico-financeiro criado, que ainda vai ter de aumentar para o máximo taxas e impostos autárquicos à pala das “ajudas” que em nada ajudam a resolver os problemas da má gestão que o executivo PSD infligiu a esta vila.

Bem-vindos à Nazaré.


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gargolado por westnelson, em 01.02.13 às 02:37 link do gargol | | favorito

De repente, alguém me fez levar a pensar que aquilo que poderia ter sido uma marcha (de intervenção) do Carnaval da Nazaré, embora tenha sido feita sem a pretensão de o ser, “Em 2013 sai tode tese!” não mais é que o Auto da Barca do Inferno revisitada – ora aí está uma ideia que nunca me tinha ocorrido e que serviria perfeitamente para o título desta espécie de letra aspirante a marcha, com as devidas distâncias, evidentemente.


Tão-somente, tem a característica de ser a nossa barca velha a cair de podre, meio a navegar, meio de esguelha, comandada por um arrais obstinado e de ideias fixas que se ilude a ele próprio com aquilo que, eventualmente, acha que é melhor para os seus passageiros, nem que para isso se torne ele próprio um autista, e passe metade do tempo a fazer politiquice com os elementos da sua tripulação.


Não me admiro, portanto, que este pequenino “auto da barca do (nosso) inferno”, muito por culpa dos muitos oportunismos que aconteceram, para não lhes chamar outra coisa qualquer, não tenha virado a meio da viagem uma “Revolta na Bounty”.

 

Mas, atenção que, até os grandes navios que sobrevivem a revoltas, mais tarde ou mais cedo, mesmo que já não estejam ao serviço da coroa, como era o caso, ou são abatidos ou vão ao fundo!

 

 

Auto da Barca do Inferno

Gil Vicente [1.PDF] [2.Wiki]


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gargolado por westnelson, em 31.01.13 às 04:16 link do gargol | | favorito

«A c’missão de Carnaval ‘tá desguestosa.»
[Todes em voz alta:] «– Q’al comissão, catane?»
«Se sóbessem qu'o MácNàmára voltasse a tempe d’ir nos Bcicletas, ao balhe de másc’ras do Casine, ao San Brás e ao Carnaval, na vez do Alex, tinhem esc’lhidi-o pa Rê do Entrude – É à Mar-Alte! Bummmba! – É qu’táva previste só vir p’ás festas, a tempe da campanha!»


«Sabe-se de fonte segura – foi arranjada a s’mana passada com cimente, cal e arêa do p’nhal, mas a áuga ainda na foi aberta! – qu’era esse o deseje e a primêra escolha das entidades da rua d’Avenida pó rêzinhe!»

 

«E agora, só pa terminar as netiças do Carnaval, segunde... e tercêres, a mesma fontinha, segura mas s’quinha, o telesférico foi o transporte esc’lhide pús Rês do Entrude deste ane!»


«Texte escrite ao abrigue do acorde urtográfique entre a Praia, o Sít e a Padarnêra.»

p.s. Se não conseguiu decifrar algumas das palavras utilizadas no texto acima escrito, por favor, faça o download do respectivo dicionário online para o seu browser. Obrigado.


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gargolado por westnelson, em 30.01.13 às 14:47 link do gargol | | favorito

Avisam-se todos os senhores automobilistas que a estrada para o farol encontra-se congestionada. Aconselham-se a deixarem as suas viaturas no parque de estacionamento junto ao campo de futebol da Nazaré, nos parques do Sítio ou a apanhar os transportes públicos, nomeadamente o Comboio Turístico da ACISN ou a Urbana que, de hora a hora, “dropa” aquela espécie de estrada até ao farol, para que possam ver com todo o conforto e despreocupação o grande GMAC apanhar as maiores ondas do mundo.

 

Se forem pelo lado do Parque Atlântico aproveitem para ver as “ruínas do CAR Surf” recentemente construídas, isto, enquanto não o enlatam à imagem de outras conservas seculares. De notar que, para isso, terão de levar uma moedinha de 1€ para o bilhete da entrada que, dará direito, também, ao acesso à exposição sobre as ondas da Praia do Norte, o Forno D'Orca e, fauna e flora circundantes.

Devem deixar aí as viaturas caso desçam até à Praia do Norte para ver o aparato aquático ou então façam-se acompanhar de um todo-o-terreno, cavalo, burro, bicicleta TT ou às costas de algum otário para ver se não ficam a meio do caminho a empachar quem aí se desloque.

 

Informa-se ainda que, o estacionamento junto do farol encontra-se condicionado, portanto, à pinha e neste momento já o grande arrais nazareno fez aprovar “sozinho por unanimidade em tempo recorde” a implantação de parquímetros – adquiridos em quinta mão por ajuste directo para pagar ao fornecedor daqui a 2500 dias –, para angariação de verbas para o projecto North Canyon. Esta decisão foi ratificada em assembleia municipal extraordinária marcada com carácter de urgência e com tema único em discussão, com os votos a favor da bancada da maioria mais o voto do presidente da junta de Famalicão e com os votos contra da bancada do PS, CDU e BE – tudo na mesma manhã! Sabe-se ainda que, enquanto a multidão está entretida a ver o aparato na água, a mão-de-obra disponível nos vários serviços da CMN, incluindo a Nazaré Qualifica, está neste momento a instalar um parquímetro por viatura estacionada no local. A PSP já fez deslocar para o local um batalhão de escriturários fardados de bloco em punho para começar de imediato a passar as respectivas coimas por falta de pagamento do estacionamento. Fiquem os senhores automobilistas descansados que, estes agentes vão munidos de maquinaria própria para que possam cumprir a lei das finanças e entregar aos que pagarem no local as multas de estacionamento uma factura válida para incluir no IRS.

 

Já estava tudo estudado, afirma o responsável da autarquia pelo trânsito, placas, sinalética, alvarás e afins. Numa primeira fase ganha o estado com as coimas, numa segunda fase, mas imediata, ganha a NQ com o pagamento do estacionamento via moedinha, numa terceira fase, está garantido, as ruínas do CAR Surf serão concluídas com essas verbas adquiridas e, ainda, numa quarta fase, o Farol levará uma intervenção de restauro – se o dinheiro já não chegar para muito faz-se um reboco digno de um Pedreiro de 1ª com direito a dois trolhas para ajudar nas fachadas que necessitarem de intervenção.

Assim o Windguru nos ajude! Viva o grande GMAC!


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gargolado por westnelson, em 26.01.13 às 03:26 link do gargol | | favorito

O blog Gargol e o Vai Ó Mar Tonhe não têm a pretensão de ter uma marcha de Carnaval, contudo, se a tivessem essa seria na certeza alguma coisa com o sentido que esta espécie de letra pretende transmitir.



“Em 2013 sai tode tese!”

Gargol / Vai Ó Mar Tonhe!

 

 

Na’é d’agora na’senhora

Pà história vai entrar

Qu’até o querem eternizar

Numa estátua à ‘nha porta

P’ra mais tarde [me lembrar] [recordar]

 

2013 sai tode tese

Ao mar vai s’atirar

Numa onda de mar perdida

Daquela velha barca

De esguelha, toda partida

 

Vem a onda, vem a onda

Num mar malvado, à Pinoca

Perigoso quanto baste

P’ra dar nome à terra

E fama a quem se encoste

 

A barca velha vai de esguelha

Mete água em desmasia

Na’navega, adorna, s’lavanca

E o arrais grita ao povo

Num murmúrio obstinado

p’ra reparar

privatizar, vender e dar!


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gargolado por westnelson, em 24.01.13 às 22:19 link do gargol | | favorito

E se o prometido parque subterrâneo da Marginal norte na Nazaré estivesse construído e em pleno funcionamento, como teria sido no Sábado passado?

 

Provavelmente teríamos agora uma praia ou uma piscina subterrânea na marginal, o que não deixava de ser uma atracção turística, com a característica de ter umas quantas viaturas anfíbias a passear por lá. Mas pronto, para o bem e para o mal, ainda bem que em muitos casos, promessas leva-as o vento, se não estaríamos agora a lamentar outra coisa qualquer...


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gargolado por westnelson, em 23.01.13 às 23:53 link do gargol | | favorito

Informam-se todos os residentes na Nazaré que está a pagamento o IRS sobre a pedra do Guilhim até ao fim do Carnaval naquilo que é o seguimento da deliberação imposta pelo governo com o apoio do executivo camarário com os votos a favor do Senhor Presidente por unanimidade.

 

A receita apurada, estimada em cerca de 25% do buraco financeiro do amarelo da Rua d’Avenida – e dito assim até parece nome de um eléctrico das Lisboas – é para tapá-lo a toque de caixa, à pazada e à recoveirada  havia de ser! Serve o mesmo, ainda, naquilo que for o remanescente da aplicação no buraquinho, para “engraxar” a companhia de bebidas alcoólicas, da qual faz parte o famoso whisky “JB 20 anos”, a instalar-se na ALE (Área de localização empresarial) do Valado dos Frades na Nazaré, obra já concluída tendo em conta as contas aos dias de execução que vêm no site da autarquia.

 

IRS, Pedra do Guilhim, Quarta-feira de cinzas… pois... não se esqueçam!

 


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gargolado por westnelson, em 23.01.13 às 00:36 link do gargol | | favorito

Agora que o temporal elevado a “zagania” com uma “gola d’áuga pú pescoce” anda na boca de toda agente aqui na Nazaré e nos perfis de muitos daqueles que sigo nestas plataformas de comunicação – Blogs, YouTube, facebbok e twitter – importa saber se é a empresa municipal Nazaré Qualifica que vai gerir, daqui para a frente os temporais na Nazaré(?), ou se apenas se trata (já) de lições de corte e costura “à mó do ilusionista". É que, se não é, parece, até porque isto parece mesmo um circo pegado – na ausência de uma verdadeira protecção civil, temos aulas práticas de ilusionismo.

 

Uma palavra de apreço para os BVN e restantes autoridades públicas e marítimas que muito têm trabalhado para levar o quanto antes à normalidade o quotidiano da cidade vila. Outra palavra para aqueles que, de alguma forma, através de fotografias, vídeos e até cartoons, têm partilhado informação diversa e preciosa com todos sobre esta terrível zagania como não há memória, segundo os mais velhos.

Dentro desta generalidade atrás referida, mencionados duma forma geral, um se destaca por ser o único, contudo, irrepreensivelmente num excelente registo… conhecem os Carapaus Enjoados?! Não? Nem sabem o que andam a perder!

Temos, ainda, de dar os parabéns e o devido destaque ao trabalho desenvolvido pelo Quim Zé Batalha na manhã da zagania com as imagens recolhidas em difíceis condições... e a NazareTV, conhecem? Algumas delas foram destaque nos noticiários da SIC. Foi o mais perto que tivemos de deixar cair de vez um dos termos mais queridos da nossa “nazarenidade”, o "mar à Pinoca", e substitui-lo por, qualquer coisa como, mar à Batalha, ou, Batalha Naval, ou ainda, o farol ‘tá pindurade, e ainda, a Batalha do farol norte, enfim o que pegasse – felizmente não foi preciso e lá continuamos com o nosso querido “mar à Pinoca” – foi um bom e oportuno registo de Antti Sarkilahti.

Outro que dispensa apresentações é o Vítor Estrelinha, fotografo da terra com os seus excelentes registos, muitos deles a servirem de wallpapers em muitos dos computadores dos internautas que por aqui, neste momento, andam a interagir. Peço desculpa aos outros que fizeram, também eles, excelentes trabalhos ao nível do registo de imagem (em representação de todos - está excelente), cuja partilha foi feita no facebook, mas, como devem calcular, se fosse dar o devido destaque aqui a todos eles nunca mais acabava este post que já se alonga para lá das marcas.

 

Foi um dia, também ele atípico. Desde 28 de Maio de 2011 que não tínhamos nada para chatear verdadeiramente a carteira, principalmente, aos nossos comerciantes, tirando os mesmos chatos do costume, claro.


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gargolado por westnelson, em 20.01.13 às 23:57 link do gargol | | favorito

Não sendo o objecto principal do vídeo da NazareTV emitido pela SIC, esse será muito mais grave e preocupante, ou seja, os próprios estragos provocados pelo mau tempo, importa denunciar - ou não - a reiterada calinada que os grandes mass media nacionais, e não só, nos vão oferecendo sempre que falam na Nazaré. Irra... de uma vez por todas (acho que não, mas pronto), a Nazaré não é cidade, antes, é uma vila.

Aqui não está em causa as qualidades da vila, até porque como em tudo o que é nosso e onde o conhecimento é maior - às vezes nem por isso - há sempre uma relação de amor/ódio, até porque conhecemos, ou julgamos conhecer, os prós e os contras, o positivo e o negativo. Enfim, contas de outro rosário para o Tonhe Tábuas ir analisando à medida que as coisas se forem desenrolando aqui no Gargol e no facebook.


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gargolado por westnelson, em 12.01.13 às 19:16 link do gargol | | favorito

Não se pode permitir à custa do subterfúgio da criação de alguns postos de trabalho e outros argumentos, válidos ou não – não é isso que está em causa –, aprovar sem olhar a meios alguns empreendimentos – que têm o seu mérito e até lhes devemos tirar o chapéu por arriscar avultadas somas em tempo de crise profunda – cujo investimento é feito de modo menos claro, não pela actuação de quem investe, essa é no sentido de criar riqueza, trabalho, por tanto, mais valia para o concelho, mas pela actuação da própria entidade que devia fiscalizar toda a legalidade do processo tornando-o limpo e inatacável do ponto de vista da sua integração, não ultrapassando aquilo que está estabelecido na REN (carta da Reserva Ecológica Nacional – que ainda não foi aprovada por conveniência do actual executivo e assim continuar na ilegalidade e a tudo permitir), no PROT (Plano Regional do Ordenamento do Território), no PDM (Plano Director Municipal – que ainda não foi revisto no sentido de absorver o PROT e outras alterações há muito exigidas), o POOC (Plano do Ordenamento da Orla Costeira) e observado pela CCDR (Comissão Coordenadora para o Desenvolvimento Regional), no meio que o acolhe para que o próprio investimento não corra riscos futuros, para que ninguém sem excepção aponte a esses investimentos o que quer que seja e não os coloque em causa juntamente com os postos de trabalho. Por tudo isto, a ilegalidade passa a estar nas mãos da entidade tão zelosa do cumprimento do estabelecido nas leis para com os pequenos empresários, e comerciantes, em geral para com os pequenos investidores – onde estão a maioria dos postos de trabalho do concelho – a quem são passadas coimas no cumprimento das normas estabelecidas por pequenos deslizes que, muitas das vezes, em nada afecta a vida seja de quem for, mas que na maioria dos casos transtorna a vida desses empresários colocando muitas vezes em causa o próprio negócio e postos de trabalho inerentes. Sejamos zelosos então para com todos por igual, ou então, aqui já noutra esfera que não a local – mas sim regional e central –, acabe-se com tanta entidade reguladora, porventura, em excesso e cuja burocracia atrapalha em muito o desenvolvimento e que na maioria das vezes se atropelam umas às outras, tudo em nome do ambiente, do espaço a ocupar, disto e daquilo. Não pode valer tudo, nem para o bem nem para o mal – Haja bom senso, portanto. O engraçado no meio disto tudo é que ainda hajam municípios que agem fora da lei em muitas destas situações sem que nenhuma autoridade reguladora lhes consiga aplicar uma pena exemplar. É pena!

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