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gargolado por westnelson, em 06.04.11 às 00:42 link do gargol | | favorito

Todos os dias na hora do almoço dez a quinze indivíduos, funcionários da empresa, depois de almoçarem agrupam-se junto à portaria para conversarem. As conversas rolam sempre animadas e quando não é desporto, sobretudo futebol, é sobre política e até sobre economia, que bem vistas as coisas é como dizer pec1, pec2, pec3, pec4...
Um deles, um magrito mas arrebitadito, pensa sempre que é o mais sabichão, o maior, e quando alguém lhe faz frente com uma ideia que não é do seu agrado, logo fica o caldo entornado. Aquilo é que é levantar a sua vozita, finita, e esforçada para se impor. Arrisca-se a que alguém lhe diga um dia destes umas quantas verdades. Não em relação ás suas ideias, mas em relação ao saber ouvir (primeiro), o saber respeitar opiniões diferentes, e dar a vez aos outros para se expressarem convenientemente.
Para nos fazermos respeitar à que saber ouvir primeiro para depois, quer com concórdia ou não, rebatermos as nossas ideias.
Ora, isto é o que se passa, também, entre a classe política. Ninguém se entende. Que mal tem admitirmos um erro e mudar de opinião, ou simplesmente dizer ao outro que em determinado ponto específico, tem razão. Que cambada de idiotas!







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