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gargolado por westnelson, em 24.01.14 às 17:15 link do gargol | | favorito

Nunca a Assembleia da República foi tão desrespeitada. Sempre que há algum debate, este, serve para qualquer classe de trabalhadores, reformados, estudantes, organizações, empresas, o que for, se manifestarem contra os modelos de governação empregues por este (i)legitimo governo - qualquer dia até as crianças vamos ver manifestarem-se com ruidoso barulho e faixas negras - "DEVOLVAM AS NOSSAS VIDAS!". Mas, como o povo [já não sei se] é quem mais ordena, acho mesmo que, essa forma de manifestação - no interior do parlamento - começa a ter [muita] legitimidade e deve ser compreendida à luz dos factos actuais. E, lá está, contra factos não há argumentos - este governo tem sido o maior desrespeitador das conquistas de Abril, do estado social e económico, de que há memória, em favorecimento das classes financeiras do nosso país.

Sim, alguém tinha de levar "isto" por um caminho diferente do do passado, mas, desta maneira é que não - o que se passa hoje em Portugal é um abuso total sobre o povo. Haveria outras formas de o fazer, sem a dureza que todos, ou quase todos, estão a sentir na pele.

Na pele e no bolso...!


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gargolado por westnelson, em 21.01.14 às 23:23 link do gargol | | favorito

Um deputado municipal é eleito, como cabeça de lista pelo "seu" partido, para quatro anos a liderar a bancada na oposição da Assembleia Municipal.

 

Falta sistematicamente ao pedir oito ou dez dias de suspensão do mandato por forma a incluir nesse período a Assembleia Municipal agendada.

 

A isto, além de uma falta de respeito para com quem o elegeu, pode-se dizer que é pura cobardia. A não ser que seja por motivos de saúde - que não é o caso. Bem, o homem pode ter emigrado por motivos profissionais - também não se aplica, pelo menos, para já. Porque não pede, então, a renuncia ao mandato? Por ventura era o mais sensato que tinha a fazer e, nem mesmo a suspensão maior prevista na lei, 365 dias seguidos, o safa de ser apontado como um faltoso que nos deixou uma autarquia à beira de um caos quase que em condições de ingovernabilidade, não só financeira como organicamente. O melhor que tinha a fazer era sair de vez pela porta pequena - como no dia em que tomou posse como deputado - e esperar, "em paz", pela responsabilização, ou não, que a auditoria à gestão do município, certamente, lhe irá atribuir, já que, financeiramente, essa, está mais que atribuída... o seu a seu dono!





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